domingo, 16 de novembro de 2014
Gênesis 15.5
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sexta-feira, 7 de novembro de 2014
A queda do império balilônico
Por Eliseu Antonio GomesNo relato do capítulo 5 do livro de Daniel aprendemos que ninguém zomba de Deus e encontra impunidade. Tal registro bíblico mostra que os grandes impérios mundias e seus representantes estão sujeitos ao Deus dos exilados de Judá, que se havia dado a conhecer fora da terra prometida assim como dentro dela. Aprendemos que Deus é soberano e sua soberania jamais poderá ser questionada por seres mortais, sejam eles governantes ou governados, reis ou súditos.
Os fatos futuros, presentes e passados são todos conhecidos do Criador, que é onipotente, onipresente e onisciente. Cerca de 150 anos antes, Isaías (14.3-5; 47.1, 5) profetizou a queda do Império Babilônico; Jeremias (50.2; 51; 53; 58) também anunciou antecipadamente as invasões de Jerusalém e Judá, como também a destruição da Babilônia.
Belzasar: o rei imoral, arrogante e cruel
Sem nenhuma explicação ou indicação de data, a narrativa do capítulo salta do reino de Nabucodonosor para o fim do império babilônico, a noite em que Belsazar, último governante da Babilônia, caiu nas mãos dos medos e persas.
Apesar de documentos babilônicos o mencionarem, pouco se sabe além da narrativa encontrada neste livro É sabido que Nabucodonosor foi o mais importante dos reis da Babilônia, Seus feitos arquitetônicos construindo cidades e palácios e sua ousadia política, além de demonstrar uma inteligência espetacular apresentam sua história. Ao morrer em 562 a.C., Evil Menodaque o sucedeu no trono e dois anos depois foi assassinado por Neriglissar, seu cunhado, porém, quem se assentou no trono real foi Nabonido, genro de Nabucodonosor, o qual gerou Belzasar. Belzasar reinou com muita crueldade, total falta de clemência com seus súditos e muita devassidão.
O banquete sacrílego
O banquete de Belzasar foi pura bravata. Nebonido, seu pai havia abandonado a capital e existia o rumor de que rei Ciro se aproximava para tomar o poder. Era o último ruído agonizante de um rei apavorado que fazia cena para esconder seus temores,
"O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus senhores, e bebeu vinho na presença dos mil' (...) 'e beberam neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas" - Daniel 5.1, 3. E por ocasião do banquete sob a influência do vinho, "deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra" (versículo 4)
Todos os utensílios sagrados que seu avô, Nabucodonosor, havia roubado do templo em Jerusalém e trazido para a Babilônia eram consagrados ao altar (Números 4.7). Lá no templo estava a Lei, outorgada a Israel, ou seja, Os Dez Mandamentos, que têm validade para o mundo todo. O rei Belzasar profanou esses utensílios sagrados e usou-os para colocar neles elementos de seu paganismo cometendo abominação ao Senhor ao realizar sua festa promíscua.
Belzasar procedeu levianamente em relação ao pecado ao beber usando os utensílios santos e oferecê-los para que outros bebessem também, pois conhecia as consequências das transgressões do Nabucodonosor, sabia do grande livramento de Daniel e seus amigos na fornalha ardente. Conscientemente, quis afastar da Babilônia a influência do Deus de Israel. Então, enquanto Bezasar vivia seus momentos festivos, Deus agia através do rei Ciro da Pérsia, que tomava as províncias e cercava com seus exércitos a capital babilônica. A festa foi interrompida quando, "apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do castiçal, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via a parte da mão que estava escrevendo. Mudou-se então o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro" (versículos 5 e 6). Os termos escritos Menen, Tequel e Parsim (Ufarsim na Almeida Revista e Corrigida) eram perfeitamente compreensível para quem conhecia o hebraico. Possivelmente, Belzasar conhecesse o idioma e sua dificuldade era entender o que a mensagem estava dizendo para ele. É interessante observar que o candeeiro do próprio palácio real jogava luz sobre o que era escrito na caiadura da parede.
Na angústia e pânico, Belzasar procurou a ajuda de sábios e encantadores, mas todos eles, reunidos numa força-tarefa, não puderam socorrê-lo. O profeta Daniel foi chamado para esclarecer a mensagem. Nos versículos 25 ao 28 encontramos a explicação do profeta Daniel para Belzasar: "Este, pois, é o escrito que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL, UFARSIM. Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino, e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas".
A humanidade de hoje pressente e percebe que há uma "escrita na parede" reprovando sua vida em pecado e procura ajuda, quase sempre no lugar errado. Talvez, haja gente humilde e gente importante, pobre e rico, lendo este artigo e tenha buscado orientação em mapa astrológico e descobriram que não há resposta sincera em prognósticos da Astrologia. Existe apenas uma fonte verdadeira que responde corretamente ao ser humano as perguntas de ordem pessoal e que a alma pode se guiar: Jesus Cristo.
Tal escritura divina está nas paredes dos corações dos homens espalhados em todos os povos, e é um mistério que não conseguem decifrar porque não dão liberdade ao clamor do Espírito Santo.
Conclusão
Através da Bíblia, temos discernimento que nosso mundo se encontra em profunda imoralidade, tolerada e estimulada por líderanças políticas e religiosas que zombam de Deus e tentam afastar a influência da Palavra de Deus da vida do povo, sabemos que este espírito babilônico, anticristão, rebelde e orgulhoso, permeia os corações ao longo da história mundial, e só deixará de agir quando se cumprir a profecia de Apocalipse 17-18, ao enfrentar e ser derrotado pelo Senhor dos senhores e Rei dos reis.
Tal qual Belzasar, todas as pessoas serão julgadas pelo padrão de justiça divina, devidamente exposta na sua Palavra, a Bíblia, se não se arrependerem de seus pecados serão condenadas. Vivemos na última hora, e cada vida humana sem Jesus Cristo é achada em falta diante de Deus. De nada vale as normas de medidas criadas pelo homem, porque o caráter moral e espiritual do ser humano não se ajusta por conta própria à justiça do Senhor, que é santo.
É interessante notar que na parede de Belzasar estivesse escrito duas vezes MENE, MENE (contado, contado). Quando Deus conta uma vez já é o suficiente, mas Ele repete a contagem por misericórdia, para dar ênfase na sentença que poderá ser motivo de arrependimento do homem, o seu perdão e livramento da condenação eterna.
E.A.G.
Compilações:
O banquete de Belzasar foi pura bravata. Nebonido, seu pai havia abandonado a capital e existia o rumor de que rei Ciro se aproximava para tomar o poder. Era o último ruído agonizante de um rei apavorado que fazia cena para esconder seus temores,
"O rei Belsazar deu um grande banquete a mil dos seus senhores, e bebeu vinho na presença dos mil' (...) 'e beberam neles o rei, os seus príncipes, as suas mulheres e concubinas" - Daniel 5.1, 3. E por ocasião do banquete sob a influência do vinho, "deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira, e de pedra" (versículo 4)
Todos os utensílios sagrados que seu avô, Nabucodonosor, havia roubado do templo em Jerusalém e trazido para a Babilônia eram consagrados ao altar (Números 4.7). Lá no templo estava a Lei, outorgada a Israel, ou seja, Os Dez Mandamentos, que têm validade para o mundo todo. O rei Belzasar profanou esses utensílios sagrados e usou-os para colocar neles elementos de seu paganismo cometendo abominação ao Senhor ao realizar sua festa promíscua.
Belzasar procedeu levianamente em relação ao pecado ao beber usando os utensílios santos e oferecê-los para que outros bebessem também, pois conhecia as consequências das transgressões do Nabucodonosor, sabia do grande livramento de Daniel e seus amigos na fornalha ardente. Conscientemente, quis afastar da Babilônia a influência do Deus de Israel. Então, enquanto Bezasar vivia seus momentos festivos, Deus agia através do rei Ciro da Pérsia, que tomava as províncias e cercava com seus exércitos a capital babilônica. A festa foi interrompida quando, "apareceram uns dedos de mão de homem, e escreviam, defronte do castiçal, na caiadura da parede do palácio real; e o rei via a parte da mão que estava escrevendo. Mudou-se então o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram; as juntas dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro" (versículos 5 e 6). Os termos escritos Menen, Tequel e Parsim (Ufarsim na Almeida Revista e Corrigida) eram perfeitamente compreensível para quem conhecia o hebraico. Possivelmente, Belzasar conhecesse o idioma e sua dificuldade era entender o que a mensagem estava dizendo para ele. É interessante observar que o candeeiro do próprio palácio real jogava luz sobre o que era escrito na caiadura da parede.
Na angústia e pânico, Belzasar procurou a ajuda de sábios e encantadores, mas todos eles, reunidos numa força-tarefa, não puderam socorrê-lo. O profeta Daniel foi chamado para esclarecer a mensagem. Nos versículos 25 ao 28 encontramos a explicação do profeta Daniel para Belzasar: "Este, pois, é o escrito que se escreveu: MENE, MENE, TEQUEL, UFARSIM. Esta é a interpretação daquilo: MENE: Contou Deus o teu reino, e o acabou. TEQUEL: Pesado foste na balança, e foste achado em falta. PERES: Dividido foi o teu reino, e dado aos medos e aos persas".
A humanidade de hoje pressente e percebe que há uma "escrita na parede" reprovando sua vida em pecado e procura ajuda, quase sempre no lugar errado. Talvez, haja gente humilde e gente importante, pobre e rico, lendo este artigo e tenha buscado orientação em mapa astrológico e descobriram que não há resposta sincera em prognósticos da Astrologia. Existe apenas uma fonte verdadeira que responde corretamente ao ser humano as perguntas de ordem pessoal e que a alma pode se guiar: Jesus Cristo.
Tal escritura divina está nas paredes dos corações dos homens espalhados em todos os povos, e é um mistério que não conseguem decifrar porque não dão liberdade ao clamor do Espírito Santo.
Conclusão
Através da Bíblia, temos discernimento que nosso mundo se encontra em profunda imoralidade, tolerada e estimulada por líderanças políticas e religiosas que zombam de Deus e tentam afastar a influência da Palavra de Deus da vida do povo, sabemos que este espírito babilônico, anticristão, rebelde e orgulhoso, permeia os corações ao longo da história mundial, e só deixará de agir quando se cumprir a profecia de Apocalipse 17-18, ao enfrentar e ser derrotado pelo Senhor dos senhores e Rei dos reis.
Tal qual Belzasar, todas as pessoas serão julgadas pelo padrão de justiça divina, devidamente exposta na sua Palavra, a Bíblia, se não se arrependerem de seus pecados serão condenadas. Vivemos na última hora, e cada vida humana sem Jesus Cristo é achada em falta diante de Deus. De nada vale as normas de medidas criadas pelo homem, porque o caráter moral e espiritual do ser humano não se ajusta por conta própria à justiça do Senhor, que é santo.
É interessante notar que na parede de Belzasar estivesse escrito duas vezes MENE, MENE (contado, contado). Quando Deus conta uma vez já é o suficiente, mas Ele repete a contagem por misericórdia, para dar ênfase na sentença que poderá ser motivo de arrependimento do homem, o seu perdão e livramento da condenação eterna.
E.A.G.
Compilações:
As profecias de Daniel - Perspectivas de futuro, Norbert Lieth, páginas 97, 99-102, edição 2014, porto Alegre (Actual Edições)
Daniel - introdução e comentário, Joyce G. Baldwin, páginas 125, 126, 131 edição 1983, reimpressão 2008, São Paulo (Vida Nova).
Integridade Moral e Espiritual - O legado do Livro de Daniel para a Igreja Hoje, Elienai Cabral, página 78, edição 2014, Rio de Janeiro (CPAD).
Integridade Moral e Espiritual - O legado do Livro de Daniel para a Igreja Hoje, Elienai Cabral, página 78, edição 2014, Rio de Janeiro (CPAD).
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
O passar dos anos no relacionamento conjugal
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Amós e os direitos civis
Encontramos no livro de Amós abordagens de questões importantes para a vida social, que nos mostra quem anda com Deus e quem anda distante do Senhor (Amós 3.3):
• juízes corruptos
2.6: "Assim diz o Senhor: Por três transgressões de Israel, e por quatro, não retirarei o castigo, porque vendem o justo por dinheiro, e o necessitado por um par de sapatos".
Amós esclarece que Deus confrorntará duramente os juízes que não dignificam a indumentária oficial que usam. A toga é símbolo da autoridade judiciária e é lastimável ver homens que deveriam ser o último respaldo do povo usá-la com seus corações corrompidos.
• corrupção ativa e passiva
3.10: "Porque não sabem fazer o que é reto, diz o Senhor, aqueles que entesouram nos seus palácios a violência e a destruição."
A corrupção ativa é caracterizada quando o servidor exige dinheiro ou qualquer tipo de vantagem em troca de omissão ou ato; a corrupção passiva é caracterizada quando o servidor aceita oferta em dinheiro ou vantagem para praticar ação ou omissão.
Não é lícito ao agente público morar em belas residências às custas do crime de suborno, viver estilo de vida luxuosa cuja origem do dinheiro é o suborno e a violência.
• governos injustos, impostos e multas absurdas
5.11-12: "Portanto, visto que pisais o pobre e dele exigis um tributo de trigo, edificastes casas de pedras lavradas, mas nelas não habitareis; vinhas desejáveis plantastes, mas não bebereis do seu vinho."
Infelizmente, o Brasil é um dos países que mais aplica impostos altos e não dá o devido retorno do dinheiro cobrado.
Deus recrimina governantes gananciosos que estabelecem impostos e multas altas para obtenção de seus interesses pessoais. É crime contra a administração pública praticar o excesso de exação, isto é, multar indevidamente e exigir impostos a mais do necessário.
Da mesma forma, é ato criminoso aceitar "gorjetas desonestas".
Da mesma forma, é ato criminoso aceitar "gorjetas desonestas".
• o direito do cidadão
8.5: "Dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos o grão, e o sábado, para abrirmos os celeiros de trigo, diminuindo o efa, e aumentando o siclo, e procedendo dolosamente com balanças enganosas."
A Palavra de Deus, através de Amós, cobra a prática da honestidade por parte do comerciante, exige que ele respeite o consumidor, assegura ao comprador que adquira o produto no peso correto, vedando o uso de balança.
E.A.G.
Consulta: O Direito na Bíblia, Regis Fernandes de Oliveira, edição 2008, São Paulo (Copbem Gráfica e Editora Ltda)
Consulta: O Direito na Bíblia, Regis Fernandes de Oliveira, edição 2008, São Paulo (Copbem Gráfica e Editora Ltda)
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O Brasil do futuro segundo Danilo Gentili
Danilo Gentili, humorista e apresentador de TV, faz crítica contundente sobre o provável rumo do Brasil sob o governo petista de Dilma Rousseff com seus admiradores e opositores. O brasileiro poderia até rir, mas tudo isso é motivo para chorar.
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terça-feira, 4 de novembro de 2014
2 Crônicas 7.14
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Introdução aos livros do Antigo Testamento.
Conclusão em andamento.
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