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Este site tem a finalidade de, com toda a simplicidade das pombas, prudentemente, mostrar o que o crente em Jesus espera. Reflexão. Informação. Opinião. Troca de ideias. Blog idealizado por Eliseu Antonio Gomes. Criado em 12 de junho de 2007.

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domingo, 6 de julho de 2014

O Bom Samaritano e a vida eterna

Por Eliseu Antonio Gomes

A parábola do Bom Samaritano, registrada em Lucas 10.25-35, é muito conhecida. Todos sabem que um homem samaritano socorreu um estranho. Mas o que podemos aprender com esta parábola, e que relação isso pode ter com a vida eterna?

Primeiro, vamos observar as partes contextuais, começando em Lucas 10.25-28. Um doutor da lei se aproximou de Jesus para provocá-lo, perguntou o que ele precisava fazer para herdar a vida eterna. Jesus, então perguntou-lhe o que estava escrito na Lei. A resposta: "Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo". E Jesus em seguida explicou "Respondeste bem; faze isso, e viverás".

No  versículo 29, tentando justificar a si mesmo, o doutor da lei perguntou: "quem é o meu próximo?" A partir desta pergunta, Jesus passou a narrar a parábola do Bom Samaritano.

A religiosidade carrega a indiferença

Um viajante, provavelmente de origem judaica, foi vítima de roubo e espancamento. Os ladrões fugiram do local do crime e ele ficou caído no chão, muito ferido, à beira da morte. Naquela rua, em profunda necessidade de socorro, ele foi visto ferido por um sacerdote e um levita, que se mostraram indiferentes, deliberadamente eles passaram  pelo homem morimbundo do outro lado da estrada, evitando a solicitação de ajuda, e seguiram seus destinos - provavelmente, indo em direção ao templo, ou retornando do templo para suas casas. Ambos eram religiosos e deveriam estar dispostos a ajudá-lo, mas se abstiveram de fazer o bem (Lucas 10.30-32).

Na continuação da parábola, um samaritano viu o homem que estava morrendo, caído na estrada, era um desconhecido para ele, mas mesmo assim de imediato resolveu socorrê-lo, interrompendo os afazeres do seu dia para ajudá-lo. Os atos que se seguiram foram baseados na compaixão: tratou as feridas daquele necessitado, colocou-o no lombo de seu animal e dirigiu-se caminhando até uma estalagem. Isto é, o samaritano cedeu sua montaria com disposição de ir à pé para beneficiar o viajante necessitado. (Lucas 10.33-34).

É interessante notar nesta situação que os judeus desprezavam os samaritanos, e exatamente um samaritano foi compassivo. Pense bem sobre isso: o socorro que o viajante ferido recebeu foi oferecido por alguém que era considerado desprezível por todos os israelitas.  Ao prestar assistência, ele deve ter perdido pelo menos um compromisso; ele fez alguma espécie de sacrifício por amor a quem não conhecia.

Jesus ensinou nesta parábola, com ênfase, que o nosso próximo é qualquer pessoa. Portanto, devemos tratar o outro como desejamos ser tratados, se agimos assim receberemos a vida eterna.

O exemplo e ordem de Cristo

A narrativa dos Evangelhos está repleta de eventos em que Cristo age movido por compaixão. Alguns milagres ocorreram devido a compaixão que havia em seu coração: a multiplicação dos pães; a ressurreição do filho de uma viúva, libertação de pessoas endemoninhadas, etc. Com certeza ocorreram inumeráveis ações compassivas por parte de Cristo que não foram registradas, pois o evangelista declarou que seria impossível relatar em livro tudo o que aconteceu (João 21.25).

Jesus ensinou que para ser filho do Pai Celestial é preciso dar a quem nos pede, não ignorar quem nos pede emprestado, amar nossos inimigos, bendizer nossos maldizentes, orar por quem nos trata mal e nos persegue (Mateus 5.42, 44).

Movidos de compaixão

O sentimento de dó é espontâneo. Ninguém planeja quando irá senti-lo, simplesmente acontece em nós. Mas o apóstolo Pedro escreveu o seguinte: "E, finalmente, sede todos de um mesmo sentimento, compassivos, amando os irmãos, entranhavelmente misericordiosos e afáveis" - 1 Pedro 3.8.

Deus mandou os israelitas amarem os estranhos: "Como um natural entre vós será o estrangeiro que peregrina convosco; amá-lo-ás como a ti mesmo, pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus" - Levítico 19.34.

Jesus disse em Lucas 6.35-36: "Amai, pois, a vossos inimigos, e fazei bem, e emprestai, sem nada esperardes, e será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo; porque ele é benigno até para com os ingratos e maus. Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso". E, em Mateus 5.16: "Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus".

É fácil ajudar um amigo, quanto ao estranho é comum haver hesitação, quase sempre temos pouca vontade de dispor o nosso tempo e usar o nosso dinheiro com quem não conhecemos. Precisamos ir além do sentimento natural e agir pela fé em favor de desconhecidos e de quem não age conosco amigavelmente.

Como devemos nos relacionar com quem está em necessidade?

"Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus? Meus filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade" - 1 João 3:17-18.

"Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? E, se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano, E algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?" - Tiago 2.14-16.

Nos grandes centros das metrópoles, sempre é preciso agir com cautela, pois grassa a criminalidade e a violência, mas jamais o perigo deverá ser uma desculpa para não socorrer aqueles que precisam da nossa ajuda. Na atualidade, a agenda sempre está cheia de compromissos, porém, esta situação não poderá ser a razão que nos fará  não ajudar o necessitado. É claro que nada disso significa que o cristão deixará de usar o bom senso e preservar-se.

Bons, sim... Bobos, não!

Nos anos da década de setenta, na minha minha ingenuidade de adolescente, durante meu expediente em um estabelecimento comercial, uma jovem me abordou com uma criança no colo e pediu dinheiro para comprar remédios ao bebê. De pronto, atendi e lhe dei alguns trocados. Passados trinta e poucos minutos, pude sair do meu posto para quinze minutos de descanso. Então fui à lanchonete que estava do outro lado do quarteirão, e me surpreendi reencontrando a pedinte tomando cerveja, sozinha, sem a criança. Descobri que aquela pessoa era uma exploradora.

Devemos ter cuidado com o quê e quem ajudar. Há pessoas que fingem ser necessitadas, pobres, são pedintes porque querem dinheiro sem precisar trabalhar, gastam o que ganham com álcool, drogas e coisas supérfluas.

Note as lições contidas na parábola do Bom Samaritano:

a. O Bom Samaritano encontrou o homem gravemente ferido. A pessoa necessitada estava totalmente impossibilitada de ajudar-se a si mesma. Tal exemplo nos faz entender que muitas pessoas pedem ajuda mas não estão em real situação de desespero, pois recusam-se a empreender os esforços necessários para mudar o péssimo estado de suas vidas. Preferem pedir esmolas porque são preguiçosas.
b. O Samaritano era uma pessoa forte, pegou o homem desacordado no colo e o colocou em seu animal. O cristão que se dispõe a socorrer quem está necessitado precisa observar sua condição, deve fazer apenas o que estiver em seu alcance, não convém tirar o pouco que tem e ficar sem nada. Se fosse um alguém fraco, certamente pediria auxílio de outra pessoa para carregar o homem desfalecido. A ajuda a ser oferecida não deve ir além das possibilidades que temos, não é correto dar aquilo que nos fará falta depois. Ame o próximo como ama a você mesmo.

Conclusão

Através da parábola do Bom Samaritano, podemos refletir o que há em nós de Bom Samaritano, extrair deste texto bíblico a análise de o quanto as atitudes do Bom Samaritano se encaixam em nosso modo de viver.

A parábola do Bom Samaritano fala sobre o estilo de vida ideal ao cristão. Precisamos amar todas as pessoas com quem entramos em contato, amigos e estranhos, tratá-los da maneira que desejamos receber tratamento. Para isso, às vezes é preciso lançar mão de nosso tempo e dinheiro. É preciso praticar o bem todos os dias.

O cristão como luz do mundo, não pode se recusar prestar socorro, pois através da ajuda providencial aos necessitados as pessoas em volta observam como nos comportamos e convém glorificar a Deus por intermédio de boas obras.

"E não nos cansemos de fazer bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé" - Gálatas 6.9-10.

Deus promete que não esquecerá o bem que oferecemos aos outros (Hebreus 6.10). 
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Fonte: Jornal United News, Janeiro 2006. Texto adaptado de http://www.sporeas.gr/?p=3728

sábado, 5 de julho de 2014

Descoberta sinagoga dos tempos de Cristo

Na sexta-feira de 11 de setembro de 2009, um comunicado com data do dia anterior da Autoridade de Antiguidades de Israel (IAA), informou que em uma escavação nas margens do Mar da Galileia, com o objetivo de construir o resort  Magdala Center - construção da entidade católica Legionários de Cristo, cuja finalidade era servir de centro para peregrinos -, arqueólogos descobriram ruínas de uma sinagoga que remonta o primeiro século.

O terreno situa-se às margens do Lago Tiberíades, na localidade de Migdal (Magdala, em aramaico, terra natal de Maria Madalena).

A escavação arqueológica, dirigida por Dina Avshalom-Gorni e Arfan Najar, teve iniciou em 27 de julho daquele mesmo ano e após um mês de trabalho descobriu-se os primeiros vestígios que aquele local era um lugar importante.

Segundo os especialistas, essa é uma importante e surpreendente descoberta, revela a exata localização da cidade de Migdal, ou Magdala. No decorrer escavações, outros achados relevantes levaram a considerar de que se tratava de uma sinagoga dos tempos de Jesus, em que Maria Madalena, cuja origem é este lugar, como também muitas testemunhas oculares do ministério de Cristo, devem ter frequentado. Como Magdala está a apenas sete quilômetros da antiga Cafarnaum, região onde Jesus se estabeleceu durante o tempo de seu ministério público, existe a possibilidade de alguma vez o próprio Jesus ter comparecido ali para ensinar e pregar.

As sinagogas eram templos em que os judeus de uma região costumavam se reunir a fim de estudar e ler as Sagradas Escrituras. Essas construções surgiram durante o cativeiro babilônico quando a cidade de Jerusalém e o Templo estavam em ruínas após a conquista efetuada por Nabucodonosor em 586 a.C.

Representantes da IAA revelaram que a construção era contemporânea do Templo de Jerusalém, remodelado por Herodes, o Grande (mencionado no Evangelho segundo Mateus ao decretar o massacre de crianças da cidade de Belém, possivelmente destruída nos anos da revolta dos judeus contra os romanos, entre os anos 66 e 70 d.C.).

A construção pertence a um grupo de outras seis sinagogas descobertas recentemente, todas pertencentes ao mesmo período histórico. O mais interessante da descoberta é uma pedra esculpida que se encontrou no centro do edifício de cerca de 11 metros por 11. Nela estão esculpidos vários sinais, mas sobretudo tem um menorá, ou seja, um candelabro de sete braços; ao que parece, trata-se do menorá mais antigo que se encontrou até a data em uma sinagoga. "Encontramos um bloco de pedra [foto] que provavelmente foi usada como uma tábua onde a Torá era lida. Acreditamos que seu desenho era uma réplica em miniatura do Segundo Templo de Jerusalém", disseram os arqueólogos.

Numerosos arqueólogos israelenses e também cristãos se   reuniram para visitar as ruínas. Cientistas disseram que o detalhe mais importante do descobrimento arqueológico - considerado extraordinário, único e de grande interesse ao mundo judeu  - pois Jesus pôde ter frequentado esta sinagoga que serviu como um local que o Nazareno ensinou os cidadãos daquela área. "Nós não entendemos completamente o potencial (histórico) dessa pedra ainda", afirmou Arfan Najar, arqueólogo e co-diretor da escavação em Magdala, numa entrevista ao New York Times.

Autoridades israelenses pediram a continuidade da escavação na área da sinagoga, que os achados sejam preservados no lugar e se incluam no projeto do "Magdala Center" - centro multimídia -, as ruínas serão mantidas e expostas. O desenvolvimento do projeto segue graças ao apoio de milhares de cristãos de todo o mundo, de muitas as confissões religiosas

Fonte:
Mensageiro da Paz, ano 83, Julho de 2014, página 25, Rio de Janeiro (CPAD).
Regnun Christ - http://www.regnumchristi.org/por/articulos/articulo.phtml?id=27419&se=362&ca=966&te=707

As batalhas do obreiro

"Muito tem sido escrito sobre os desafios que o obreiro enfrenta em seu ministério, mas pouco tem sido escrito sobre os conflitos pessoais do obreiro. (...) Aliás, só podemos melhor servir as pessoas quando temos os nossos próprios conflitos administrados e resolvidos."

Declaração de Ronaldo Rodrigues de Souza, Diretor executivo da Casa Publicadora das Assembleias de Deus, em Carta da CPAD, à página do editorial da revista Obreiro Aprovado, ano 36, nº 66, terceiro trimestre de 2014.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

As abelhas na Bíblia Sagrada

Apis Fasciata: abelha de faixas.
O nome "abelha" é aplicado hoje em dia a diversas famílias da ordem de insetos Hymenoptera, e inclui as "abelhas solitárias" e "mamangaba", como também as produtoras de mel.

A palavra hebraica "debbôrâ" provavelmente abrangia um escopo ainda maior de insetos dessa ordem.

No Brasil, as abelhas que conhecemos é da espécie Apis Mellica, enquanto que nas terras bíblicas são vistas a Apis Fasciata.

Na aparência e hábitos, a abelha da Palestina é muito semelhante à do norte da Europa, porém, menor e as faixas pretas do seu corpo são mais visíveis; por isso é classificada de espécie diferente.

Por causa de sua abundância produtiva, Canaã foi descrita como "terra que mana leite e mel", indicando que o produto da vaca e deste inseto eram os produtos domésticos mais comuns entre os israelitas (Êxodo 3.8, 17). É possível que a maior parte do mel fosse produzido por abelhas silvestres em árvores ocas ou nas cavidades das rochas (Deuteronômio 32.13; Salmo 81.16; 1 Samuel 14.25-26), ainda que desde os tempos mais remotos houvesse esforços em levar as abelhas a ocupar colmeias simples em cestas e receptáculos de barro.

Existem numerosíssimas referências bíblicas ao mel, tanto no Antigo como no Novo Testamento. As passagens indicam que o produto era comum e generalizado.

Sansão encontrou um enxame de abelhas na carcaça de um leão (Juízes 14.8). O mel era exportado para Tiro (Ezequiel 27.17).

Refira-se nas outras três passagens em que há a palavra "abelha", o destaque ao seu ânimo para a guerra: Deuteronômio 1.44; Salmo 118.12; e, Isaías 7.18-21.

E.A.G.

Bíblia Sagrada com Dicionário de Concordância, apêndice: Conciso Dicionário Bíblico - Ilustrado, D. Ana e Dr. S. L. Watson, página 215, edição 2013, Santo André (Casa Publicadora Batista / Geográfica editora). 
O Novo Dicionário da Bíblia, volume I, página 19, edição 1981, São Paulo (Edições Vida Nova). 
Pequena Enciclopédia Bíblica - O. S. Boyer, 19ª impressão, páginas 10 e 11, São Paulo, edição 1992 (Editora Vida). 

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Debaixo das Asas - Voz da Verdade



Louvor entoado por Samuel Moyses com acompanhamento do Pastor Carlos Moyses. Pare por dez minutos e ouça, meditando na grandeza do amor de Deus por você, em como você pode corresponder a isso.

Confira publicação relativas ao tema deste vídeo:







E.A.G.

Site oficial | Mais do Voz da Verdade no BelveredeVoz da Verdade no YouTube

terça-feira, 1 de julho de 2014

Por que uma tradução da Bíblia em linguagem atual?

Por Esteban Voth

A pergunta chave, no que se refere à tradução da Bíblia, não é a de Shakespeare: "ser ou não ser"; mas sim: "comunicar ou não comunicar". Com relação a isso, quero chamar a atenção para uma realidade que é vivida na maior parte das igrejas cristãs. Eu me refiro à ideia subsistente nas igrejas de que a Bíblia foi escrita em uma linguagem especial, misteriosa, religiosa e complicada. Não obstante, esta apreciação generalizada é um grande equívoco que gera atitudes e compreensões errôneas.

A Bíblia foi, em primeiro lugar, uma tradição oral que podia ser entendida por todos. Logo, com o passar do tempo, a oralidade deu lugar a textos escritos à mão. Os idiomas que Deus usou para revelar a sua Palavra foram o hebraico, o aramaico e grego. Estes não são idiomas especiais, religiosos ou criados exclusivamente para se transmitir a Palavra de Deus. Estes idiomas vêm de grandes famílias de idiomas, que pertencem a culturas e sociedades deste mundo. Isto é particularmente acertado quanto ao grego, que foi utilizado para redigir o Novo Testamento. Naquele tempo, havia dois tipos de grego: um mais acadêmico, chamado de grego clássico, que era usado pelos filósofos e grandes pensadores; e o outro era o grego utilizado pelas pessoas comuns, chamado de koiné. O Novo Testamento foi escrito em grego koiné, para que a pessoa comum, sem uma grande educação, pudesse entender a mensagem de Deus com facilidade.

Na tradução cristã, muitas vezes, tem ocorrido um fenômeno ao contrário, no qual a tradução da Bíblia foi feita usando-se uma linguagem difícil e arcaica. As pessoas com poder na esfera esfera religiosa cristã preferiram estas traduções que não comunicam a mensagem de forma amena. É por isso que uma tradução com base no significado - e usando um vocabulário contemporâneo e simples - é muito importante para a construção do Reino de Deus. Da mesma forma que os idiomas originais eram de fácil compreensão para os primeiros ouvintes e leitores, hoje é muito importante oferecer, ao mundo, traduções da Bíblia que utilizem uma linguagem compreensível para a pessoa comum. Neste tipo de tradução, é necessário evitar palavras que são compreendidas apenas apenas pelos crentes, membros das igrejas.

É urgente que a mensagem de Deus chegue à pessoa da rua - e que esta pessoa possa entendê-la sem precisar que algum especialista a explique. Isto não significa banalizar a linguagem, nem usar palavras toscas, da rua. Mas significa, sim, oferecer uma tradução com um vocabulário simples e uma semântica fácil de ser acompanhada. Isto não sugere que seja uma tradução simplista; porém, que seja uma tradução de fácil compreensão para que a pessoa - sem preparo e estudos bíblicos - possa ter acesso à mensagem libertadora e de esperança da Palavra de Deus.

O mundo de hoje carece de traduções que "comuniquem" a mensagem poderosa da salvação de Cristo!

Esteban Voth é teológo, biblista e coordenador de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas.

Fonte: A Bíblia no Brasil, nº 240, julho a setembro de 2013, ano 65 (Sociedade Bíblica do Brasil).

O lixo e a lixeira

Há quem pense que o lixo descartado, irresponsavelmente no chão, ou em rios, desaparece como num passe de mágica. Não é assim. Caprichosa, a Natureza o devolve para nós transformado em problemas como entupimento de bueiros, enchentes, muita poluição, dores de cabeça e tristezas.


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Introdução aos livros do Antigo Testamento.

Conclusão em andamento.

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