A definição de parvoíces no idioma original do Novo Testamento.
No grego, parvoíce é “mõrologia”. É uma palavra composta, a junção de “moros” com “miseo”.
“Moros”: adjetivo que voltado para a conotação moral significa tolo, não sensato, inconsequente, insosso (sem gosto, pessoa difícil de se gostar).
“Miseo”: significa aborrecer, odiar, perseguir. É amar menos, ser detestável.
Parvoíces são usadas por pessoas que possuem a mente fechada. Parvoíce é a conversa tola, na conotação moral, conforme a descrição acima. É a palhaçada negativa que denigre o semelhante, que coloca de lado a amor ao próximo, que se diverte em incomodar o próximo com pirraças.
A derivação de parvoíces é “morainõ”: tornar-se tolo; insípido (figurado); agir passivamente como ingênuo; ser desinteressado pelas coisas corretas. É também uma derivação de “mõria”: qualidade pessoal de tolo.
"Morainõ" é palavra sinônina de "anõetos" e "aphron": pessoa que se comporta de maneira sensual, aquele ou aquela que não usa o entendimento e faz provocações de implicações sexuais. "Morainõ" (palavra grega derivada "morõlogia" [parvoíce]) também é palavra sinônina de "aphrõn" -usada como prefixo negativo: descreve a pessoa descuidada, imprudente, que faz tolices porque descrê de conselhos que recebe. É o portador de egoísmo, aquele alguém que sempre age de maneira prática, buscando fazer o bem a si mesmo, e se faz ao próximo é sempre com o objetivo de tirar algum proveito pessoal.
De tudo isso, podemos notar que o Novo Testamento não usa o termo parvo (tolo) ligado com o intelecto humano, mas com a espiritualidade de cada um. No sentido estrito do termo, ser tolo é abandonar as diretrizes do amor a Deus e ao próximo.
Ver a descrição da sabedoria do alto em Tiago 3.13-18:
Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria. Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa.
Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.”
.
E.A.G.
No grego, parvoíce é “mõrologia”. É uma palavra composta, a junção de “moros” com “miseo”.
“Moros”: adjetivo que voltado para a conotação moral significa tolo, não sensato, inconsequente, insosso (sem gosto, pessoa difícil de se gostar).
“Miseo”: significa aborrecer, odiar, perseguir. É amar menos, ser detestável.
Parvoíces são usadas por pessoas que possuem a mente fechada. Parvoíce é a conversa tola, na conotação moral, conforme a descrição acima. É a palhaçada negativa que denigre o semelhante, que coloca de lado a amor ao próximo, que se diverte em incomodar o próximo com pirraças.
A derivação de parvoíces é “morainõ”: tornar-se tolo; insípido (figurado); agir passivamente como ingênuo; ser desinteressado pelas coisas corretas. É também uma derivação de “mõria”: qualidade pessoal de tolo.
"Morainõ" é palavra sinônina de "anõetos" e "aphron": pessoa que se comporta de maneira sensual, aquele ou aquela que não usa o entendimento e faz provocações de implicações sexuais. "Morainõ" (palavra grega derivada "morõlogia" [parvoíce]) também é palavra sinônina de "aphrõn" -usada como prefixo negativo: descreve a pessoa descuidada, imprudente, que faz tolices porque descrê de conselhos que recebe. É o portador de egoísmo, aquele alguém que sempre age de maneira prática, buscando fazer o bem a si mesmo, e se faz ao próximo é sempre com o objetivo de tirar algum proveito pessoal.
De tudo isso, podemos notar que o Novo Testamento não usa o termo parvo (tolo) ligado com o intelecto humano, mas com a espiritualidade de cada um. No sentido estrito do termo, ser tolo é abandonar as diretrizes do amor a Deus e ao próximo.
Ver a descrição da sabedoria do alto em Tiago 3.13-18:
Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria. Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica. Porque onde há inveja e espírito faccioso aí há perturbação e toda a obra perversa.
Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. Ora, o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz.”
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E.A.G.
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