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Research | Pesquisar artigos de Belverede

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A fonte da juventude


Como manter-se jovem?

1. Deixe fora os números que não são essenciais. A idade, o peso e a altura. Deixe que os médicos se preocupem com isso.

2. Dê maior valor aos amigos divertidos. Os depressivos puxam você para baixo. (Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre: Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso. 'Uma mente preguiçosa é oficina do Alemão.' E o nome desse Alemão é Alzheimer!

4. Aprecie mais as pequenas coisas.

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar. E se tiver um amigo (a) que o faça rir, passe muito e muito mais tempo com ele (a).

6. Quando as lágrimas aparecerem. Aguente, sofra e supere. A única pessoa que fica conosco toda a nossa vida somos nós próprios. Viva enquanto estiver vivo.

7. Rodeie-se das coisas que ama: Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja. O seu lar é o seu refugio.

8. Tome cuidado com a sua saúde: Se é boa, mantenha-a. Se é instável, melhore-a. Se não consegue melhorá-la, procure ajuda médica.

9. Não faça viagens de culpa. Faça  viagem ao centro comercial ou até a um país diferente, mas nunca para onde haja culpa. Evite fontes de futuros sofrimentos desnecessários.

10. Diga às pessoas que ama que as ama a cada oportunidade.

Fonte: Desconhecida.

Postagem relacionada: Tema a Deus em todo tempo

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

As vestes espirituais do cristão


Deus criou o ser humano tricotômico: com espírito e alma dentro de um corpo físico.

Assim como o corpo, o espírito também usa roupas. Essa veste está descrita em Efésios 6.10-17.

“Finalmente, fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo, pois a nossa luta não é contra seres humanos mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais. Por isso, vistam toda a armadura de Deus, para que possam resistir no dia mau e permanecer inabaláveis, depois de terem feito tudo. Assim, mantenham-se firmes, cingindo-se com o cinto da verdade, vestindo a couraça da justiça e tendo os pés calçados com a prontidão do evangelho da paz. Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno. Usem o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” - Efésios 6.10-17 (Nova Versão Internacional).

É preciso usar essa roupa sempre, não apenas em datas festivas como a virada de ano, é necessário estar vestido o ano inteiro, durante toda a vida. 

As roupas espirituais precisam ser conservadas mais alvas do que a neve. Apenas fazendo uso delas é que o o cristão se mantém preparado para comparecer perante Deus no Grande Dia do Senhor Jesus Cristo.

Tal vestimenta, simbólica é a prática dos ensinamentos de Jesus Cristo, se consiste na estrutura da prática do verdadeiro cristianismo, é muito mais que ser fiel ao mero costume religioso; é mais eficaz que meras regras litúrgicas de uma denominação evangélica

A vestimenta espiritual é a armadura do cristão autêntico, é a prática da decisão de ser justo e honesto, é o ato de honrar os pais e o cônjuge, é o ato de repudiar o roubo e abandonar a mentira. É incorporar ao viver diário 1 Tessalonicenses 5.22: “Abstende-vos de toda a aparência do mal”.

E.A.G.

Sorte ou azar? O uso de roupa branca no reveillon

A cultura dessa vida tem as suas filosofias

Na aproximação da virada de anos nos acostumamos a fazer planos visando melhoras. Conversa-se pensando em viver bem e realizar sonhos, superar dificuldades.

E se convencionou simbolizar o branco como o pedido de paz, e o uso das roupas brancas no reveillon como uma espécie de voto para que a virada de ano ocorra trazendo alegria, realização e a paz mundial. É uma utopia, como tal uma nulidade, porém, sem maldade.

Vivemos hoje debaixo da graça, a Dispenação da Liberdade. É pecado usar alguma cor? Não. Claro que podemos usar qualquer cor de roupa, somos livres.

Nós cristãos somos livres no Senhor, temos liberdade para fazer uso de qualquer cor, no tempo que quiser, quando desejar, na combinação de cores que quiser, desde que não seja com superstição, e sem haver nenhuma obrigação, apenas por simplesmente gostar.

A questão em usar o branco na virada de ano é errada quando feita com o pensamento que se não fizer isso terá azar o ano novo inteiro. É preciso vigiar para não cair nas redes de misticismos do mundo.

Para quem crê em Jesus, a crendice de usar a cor branca visando atrair bons fluídos e sortes não fazem mais parte de sua vida. Quando não existe nada que vá além do mero uso do traje, então nada há de censurável A nossa fé deve estar focada na salvação que vem por meio de Cristo, jamais em mandigas místicas.

Eu gosto de branco, azul, verde, amarelo, lilás, enfim de todas as cores. Nenhuma cor faz bem ou mal; coisas ruins ocorrem quando falamos e fazemos mal ao próximo, desprezamos a Palavra de Deus.

A cor da roupa que usamos não importa, não muda nossa condição diante do Senhor. O importante, sim, é manter o coração quebrantado e contrito diante de Deus.

Como vai o nosso coração? Existe em nossa vida experiências de comunhão com Deus? Se não, então, de nada adianta a cor da roupa, se lá no interior do coração existir sentimentos negativos. Por exemplo, a raiva, a mágoa, o sentimento de vingança, o ódio, que nos separam do Senhor.

Se temos Jesus Cristo entronizado no coração, a alma estará mais alva que a neve. É Jesus quem nos dá a paz.

Para nós, cristãos, o mais importante é considerar o sacrifício de Jesus Cristo na cruz. O sangue de Jesus nos lava de todo pecado. Escreveu o salmista: “Lava-me, e ficarei mais alvo que a neve” - Salmo 51.7 b.

Se caminhamos na direção da vontade de Deus, tudo irá bem, não importa a cor da roupa que nos cobre.

E.A.G. 

Sorte ou azar? A crença no uso de roupa brança na Virada de Ano

Crente pode usar branco na virada de ano?
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Na passagem de ano, eu uso branco, preto, azul... Na verdade, nem sei qual cor usei neste período de ano em anos passados! Não penso nisso... A peça está limpa, é bonita, é confortável? Não está amarrotada? Esses são meus critérios para usar roupas.

Durante uma época da minha vida, percebia um determinado preconceito com a cor preta, diziam que ela dava azar, trazia negatividade, simbolizava coisas ruins. Sempre achei esquisito tal tipo de pensamento.

É necessário que todos nós tenhamos a informação bem nítida em nossas mentes que Deus é o Criador de todas as coisas. Inclusive das cores branca e preta.

Lembrando disso, entendemos que é o Criador que nos abençoa e protege. Pensar que a criação tenha poder de trazer sorte ou azarar é apenas superstição, crendice sem valor.

Deus criou todas as cores. E a nossa vida está nas mãos do Criador. 
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Acho que é bom estarmos preparados para responder ao mundo a razão da nossa fé sobre todos os assuntos, inclusive sobre os comportamentos que adotamos nesta época do ano, porque Satanás gosta de deturpar as coisas e planos de Deus na cabeça da Humanidade, usa as superstições mundanas para distrair o foco da adoração e fé em Jesus Cristo como Salvador.

Ora, se a pessoa não passar entre 31 de dezembro e 1º de janeiro usando vestimentas brancas, o ano não lhe será de vitória? A vitória do cristão vem do Senhor Jesus, não depende de escolha de cor de suas roupas.

É de causar espanto a quantidade de crenças estéreis que existem neste mundo.

Não é certo pensar que Deus não está preocupado se o cristão acredita ou não em superstição. Não é correto dizer que Deus está interessado apenas no coração, e que basta fazer as coisas com honestidade, amor e respeito ao próximo para ser uma pessoa abençoada. Será? Não creio assim, porque acreditar que o branco possui poderes para fazer com que os dias fluam melhor no futuro, é o mesmo que dispensar à criação (neste caso a cor branca) atributos de divindade.

Para o cristão, alegar que se a pessoa comprou a peça de roupa branca e pagou, mesmo que movida por superstição, tudo bem, é um equívoco. A intenção é que fala mais alto, o crente deve sair fora de todo misticismo. Modismos e superstições precisam estar fora do coração do crente. Devemos valorizar a liberdade que Jesus Cristo nos dá.

De fato, usar o branco ou não é irrelevante, desde que as peças de roupas sejam usadas sem extravagâncias, evitando a indecência e sensualidade, e não se deixando prender por lendas sem justicativas bíblicas.

Compro a roupa seguindo o meu gosto pelo modelo da peça de roupa. Posso romper a virada de ano com modelos em branco ou outra cor. Para mim tanto faz se visto essa cor em dia 31 de dezembro ou outro período do ano. Sei que o pecado não se consiste na preferência da cor, mas na intenção que uso minhas roupas.

Eu gosto da cor branco porque ela é suave, discreta, reflete luz, proporciona visibilidade agradável e por combinar com todas as outras cores. Sei que não existe pecado em gostar dela. Aliás, gosto de todas as cores. Entendo que podemos usar todas elas na noite de 31 de dezembro: branco, preto, amarelo, roxo, etc. Se visto a cor preto, passo a virada do ano com a mente traquila, porque sou livre das crendices populares.
Se os cristãos usam branco porque gostam, não há problema nenhum com essa predileção. Os cristãos gozam da liberdade em Jesus Cristo, então o uso depende do gosto de cada um, pode trajar a cor que quiser no momento que desejar.
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Alguns pessoas aceitam a ideia de que a cor branca simboliza a harmonia, paz e pureza. No entanto, os cristãos precisam, tanto na passagem de ano como o ano inteiro, independente se o símbolo seja válido ou não, cuidar para não viver em pecado, porque é o pecado que rouba a harmonia, a paz com Deus e torna o coração impuro. Assim sendo, ao pecar, o que se deve fazer no imediato momento seguinte e não deixar por isso mesmo, é preciso procurar a reconciliação com confissão e arrpendimento (1ª João 1.9).
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A cor da roupa que cobre o corpo fisico não quer dizer nada pois o importante é manter branca as vestes espirituais (Eclesiastes 9.8).

E.A.G.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Deus e o endurecimento do coração de Faraó

A Bíbia Sagrada usa diversos recursos de línguagens, uma delas é a línguagem antropopática, que faz uso de imagens irreais, simbólicas, para comunicar algo real.

Por exemplo: Deus é Espírito. Não tem carne e ossos, não tem olhos, braços, mãos. Mas é essa a figura dEle que é apresentada para nós nas páginas das Escrituras. Por quê? Para facilitar aos seres humanos a compreensão das ações e propósitos divinos.

Quanto a Deus e o coração de faraó endurecido, o contexto bíblico nos esclarece que o Criador permitiu que faraó tivesse seu ânimo contrário à saída dos judeus do Egito. Faraó não foi vítima das mãos de Deus. Não foi uma marionete dEle. Pela línguagem antropopática (porque o escritor do livro de Gênesis não tinha acesso à questão do livre-arbítrio) lemos que Deus endureceu o coração de faraó, sem explicar maiores detalhes. Os detalhes são o contexto bíblico encontrado em Romanos 1.19-25 e Tiago 1.12-16.

Segundo o apóstolo Paulo, Deus não endureceu o coração de faraó literalmente. Deus abandonou faraó às suas próprias paixões carnais por servir aos deuses falsos. Ao estudar sobre as Dez Pragas do Egito, fica claro que Romanos 1.19-26, está relacionado ao endurecimento do coração de faraó. Cada praga foi direcionada para um deus.

Romanos 1.19-26a: "Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixões infames".

Também, segundo o apóstolo Tiago, Deus não endureceu o coração de faraó literalmente. Deus abandonou faraó às suas próprias paixões carnais por servir seus desejos desenfreados de poder e riquezas.

Analisemos o coração de faraó pela luz de Tiago 1.12-15: "Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam. Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte".

O povo judeu era escravo, representava uma enorme massa humana de mão-de-obra gratuíta para faraó e seus súditos. A nação israelita inteira, ao sair do Egito com Moisés de uma só vez, faria com que a economia egípcia sofresse com sua falta. Então o monarca pensou no prejuízo que seria ficar sem o regime da escravidão, prevendo essa situação ele quis evitá-la a todo custo. Custou sua vida nas águas do Mar Vermelho!

E.A.G.

O apóstolo Paulo versus a doutrina da eleição de Calvino

Apóstolo Paulo versus doutrina calvinista da eleição.

"Este mandamento te dou, meu filho Timóteo, que, segundo as profecias que houve acerca de ti, milites por elas boa milícia; conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé" - 1ª Timóteo 1.18-19.

Paulo manda Timóteo conservar a sua fé e sua consciência limpa. Ora, se ele fosse predestinado, segundo as ideias de Calvino, precisaria desse alerta?

Por que Paulo o alertou? Porque a salvação foi extendida para toda a Humanidade (João 3.16), todos são eleitos para entrar no éu, mas os escolhidos para a salvação são apenas àqueles que se mantém puros e conservando a fé em Jesus Cristo como único Senhor e Salvador na prática do dia-a-dia.

A salvação é um dom (presente) - Efésios 2.8.

E todo presenteado tem a liberdade de escolha quanto ao que fazer com seu presente. Ele pode rejeitá-lo de pronto. Pode recebê-lo e usá-lo. Ou recebê-lo e ao mesmo tempo depois rejeitá-lo, se distraindo com outras coisas menos importantes.

Temos livre-arbítrio! A liberdade é a maior expressão do amor de Deus para conosco!

E.A.G.

domingo, 26 de dezembro de 2010

AS CINCO SOLAS

1. SOLA SCRIPTURA

“Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.” -  Timóteo 3.16,17.

Somente por meio das Escrituras - a revelação tanto da Pessoa quanto da vontade de Deus - o homem pode conhecê-Lo, ser salvo e estar habilitado para a boa obra do Senhor. Entretanto, cresce em nossos dias uma visão da irrelevância das Escrituras onde ela não é mais a autoridade final em questões espirituais entre o Homem e Deus, mas apenas uma dentre muitas fontes de autoridade a respeito de Deus e a prática cristã.

Somente nas Escritura, e unicamente nela, aqueles que almejam serem usados pelo Senhor devem se apoiar. As Escrituras como Palavra de Deus  - “Toda a Escritura é inspirada por Deus” - constituem-se como o único meio proveitoso - “e útil” - pelo qual analisamos se devemos crer em algo como sã doutrina - “para o ensino” - ou rejeitá-lo - "para a repreensão”. 

Somente pela Escritura, e unicamente por ela, temos o padrão de prática, pois ela é útil “para a correção”, ou seja, ela revela qual é o comportamento e proceder errado - o que nós não devemos fazer - mas também aponta “para a instrução na justiça”, para a prática correta que devemos cultivar e crescer. Somente a Escritura, e unicamente ela, é o meio pelo qual Deus apontou como instrumento de capacitação e habilitação para todo o servo e serva de Deus, “afim de que todo homem”, tenha a provisão necessária - “seja perfeito” -, e o treinamento necessário - “perfeitamente habilitado” - , para o santo trabalho do Senhor - “para toda boa obra”. 

2. SOLUS CHRISTUS

“Falava ele ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu; e eis vindo da nuvem, uma voz que dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo: a ele ouvi. Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo. Aproximando-se deles, tocou-lhes Jesus, dizendo: Erguei-vos, e não temais! Então eles, levantando os olhos a ninguém viram senão só a Jesus" -Mateus 17.5-8.
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Como certo servo disse: “Em muitos lugares raramente é possível ir a uma reunião cuja única atração seja Cristo. Só se pode concluir que os filhos de Deus estão entediados dEle, pois é preciso mimá-los com pirulitos e balinhas na forma de filmes religiosos, jogos e refrescos” Cristo hoje é tratado como um mero coadjuvante e não como o Protagonista.

A evidência de que estamos cumprindo a vontade de Deus em dar a Cristo toda a primazia e tê-lO como preeminente em nossas vidas é que não fitaremos a ninguém mais a não ser Cristo. “Então eles,  levantando os olhos a ninguém viram senão só a Jesus". Apenas em Cristo temos a Salvação. “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos." - Atos 4.12. Não há nenhuma outra ligação entre Deus e homens.

Unicamente os que depositaram sua confiança em Cristo estarão com Ele no fim dos tempos. Ele é a  única ponte do pecador ao perdão de Deus. Assim como só havia um caminho através do Mar Vermelho para o outro lado, só há um caminho para chegar-se ao Senhor. 

Somente em Cristo somos aceitos pelo Pai, somente por causa de Cristo somos atendidos pelo Pai, somente em Cristo somos amados pelo Pai, somente em Cristo somos salvos da ira, somente por meio de Cristo temos paz com Deus e a paz de Deus. Sem Cristo, nada podemos fazer.

3. SOLA GRATIA

“Então lhe disse Davi: Não temas, porque usarei de bondade para contigo, por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai, e tu comerás pão sempre à minha mesa. Então se inclinou, e disse: Quem é teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?” -  2º Samuel 9.7-8.

Somente pela graça, e unicamente por ela, é que somos abençoados por Deus. A graça é o favor imerecido de Deus às suas criaturas. 

Tal como Davi favorecendo Mefibosete por amor a Jonatas, assim também nós somos alvos do favor de Deus por causa do amor de Deus Pai à Deus Filho. Assim como Mefibosete se viu indigno do favor do Rei “Quem é o teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?”, assim também nós devemos nos prostrar em face à maravilhosa graça do Senhor em nos estender o seu favor na pessoa de Cristo. 
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Não temos o direito de estar diante de Deus, mas, unicamente pela Graça, temos o privilégio de estarmos na presença dEle. Somos como um cão morto diante de Deus, somente pela Sua infinita Graça é que somos aceitos diante dEle em Cristo. A graça exalta a Deus e humilha o pecador. Aqueles que a si mesmo tem se considerado um cão morto têm entendido o real significado da graça de Deus. Hoje onde ouvimos “eu determino”, “eu declaro”, “eu isso”, “eu aquilo”, tais pessoas nada sabem de Deus e muito menos da Sua graça, pois se acham dignos e merecedores das coisas que estão reivindicando diante de Deus. 

4. SOLA FIDE

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie.” - Efésios 2.8-9.

Somente pela fé, e unicamente por ela, o pecador é salvo com base nos méritos eternos de Cristo. Sendo assim, a presente sola reafirma os três solas anteriores: a Escritura é o meio pelo qual Cristo é revelado, sendo este o alvo da fé, sendo que a fé é um presente concedido graciosamente por Deus “e isto (a fé) não vem de vós”.

Somente pela fé na pessoa e obra de Cristo é meio pelo qual Deus declara o pecador injusto em justo. A necessidade de tal ato se dá por causa da nossa total inabilidade e capacidade para satisfazer a justiça de Deus. Porque somos pecadores, todas as nossas obras estão corrompidas pelo pecado e, portanto, são inúteis a Deus, ou como a própria Escritura trata (Isaías 64.6) , como algo podre: Diante da nossa impotência e incompetência, não podemos confiar em nossa carne, em nosso esforço e sim unicamente na obra de Cristo na cruz. A fé é a atitude de total confiança no que as Escrituras declaram a respeito de Cristo e sua Obra. 

5. SOLI DEO GLORIA

“Porque dele e por meio dele e para ele são todas as cousas. A ele, pois, a glória eternamente. Amém” Romanos 11.36.

Somente para Deus a glória, e unicamente para Ele. A Igreja existe para a demonstração deste valor: o valor que Ele tem. Não a respeito de nós, ou o que nós buscamos ter, mas sim exclusivamente a Ele, de modo que os hinos e cânticos girem em torno da pessoa e dos atributos de Deus. A mensagem não deve ser antropocêntrica (o homem como o centro) e sim Cristocentrica (Cristo como o centro).

Somente para Deus a glória, e unicamente para Ele. Este o fim principal da nossa existência: a glória de Deus. Glorificar a Deus é tão somente reconhecer a atribuir a Ele todas as perfeições dEle. Somente na pessoa dEle termos o nosso gozo.

Somente para Deus a glória, e unicamente para Ele, sendo Ele a fonte (Porque dele) o mantenedor (por meio dele), e o alvo (para ele são todas as coisas) de tudo isso. Sendo assim, a vida dentro e fora da igreja vem dEle. Se obtermos dEle o que necessitamos, sermos mantidos por Ele e com o fim de para Ele fazermos todas coisas.

Como inicia o Catecismo Maior de Westminster diz: Qual é o fim supremo e principal do homem? Resposta. O fim supremo e principal do homem e glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. (Rom. 11:36; 1 Cor. 10:31; Sal. 73:24-26; João 17:22-24).

E.A.G.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Editoras CPAD e Betel abordam o tema Atos dos Apóstolos no primeiro trimestre de 2011


"Nos dias atuais, temos visto em Igrejas, cristãos que não crescem, não amadurecem, não frutificam porque não desejam saber dos verdadeiros ensinos que estão na Palavra de Deus, e muito menos obedecer à sua vontade. Neste primeiro trimestre de 2011, abordaremos os ensinamentos práticos narrados no Livro de Atos dos Apóstolos. É importante enfatizar que Jesus ensinava com poder, pregava com poder e operava sinais demonstrando o seu poder. O Livro de Atos relata o que “Jesus continua a fazer e a ensinar”, isto é, o que ele passou a fazer por meio da Igreja (At 1.1). Atos é a “Igreja do Senhor em ação”, que mostra as atividades missionárias, ensinamentos práticos, narra o Pentecostes, os testemunhos dos apóstolos e o desenvolvimento da Igreja, nas três fases: Jerusalém (At 2 a 7); Judéia e Samaria (At 8 a 12); e até os confins da terra (At 13 a 28). Portanto, desejo a todos um bom proveito desses ensinos, que foram praticados na Igreja Primitiva e que devem fazer parte da nossa vida. Que Deus abençoe a todos!" - Editora Betel (CONAMAD).

"Prezado professor, em virtude das comemorações do centenário das Assembléias de Deus no Brasil, a revista Lições Bíblicas, ao longo desse trimestre, buscará, baseada no Livro de Atos dos Apóstolos, refletir a razão e as ações da Igreja de Cristo em seus primórdios, comparando-as com a Igreja dos nossos dias" extraído da revista (edição Mestre), página 4 -  Editora CPAD (CGADB).

As revistas trazem os comentários dos pastores Eliel A. Alencar e Claudionor de Andrade, o primeiro, pela CONAMAD e o segundo pela CGADB.

E.A.G.

Isaías e Habacuque - O clamor por avivamento na igreja atual

Por Geziel Nunes Gomes

A Igreja do Senhor em todo o mundo está clamando piedosa e ferventemente por um grande sopro de Avivamento. Isto tem muito a ver com Isaías 6 e Habacuque 3.

O profeta Isaías experimentou por algo que foi suplicado pelo profeta Habacuque. Habacuque desejou e Isaías provou. Estas são duas grandes dimensões do avivamento: desejar e receber, anelar e provar. Buscar e alcançar.

Embora muitos sintam-se desesperados com a inércia, o comodismo e a inclinação ao materialismo, que se verifica em muitas igrejas ao redor da Terra, é óbvio que temos que reconhecer que existe o outro lado da moeda: os ventos de Deus estão soprando. Por toda parte existem ossos secos recebendo vida. Por toda parte existem enfermos espirituais que estão recuperando a saúde. Deus está Se movendo profunda e poderosamente.

Enquanto uns poucos se irritam e se perturbam com o que Deus está fazendo, milhões estão começando a alcançar uma dimensão sobrenatural, antes somente sonhada e desejada por Habacuque.

O Avivamento, que é tão necessário, é acompanhado de quebrantamento pela Palavra, vitalidade pelo Espírito e novo frescor pela oração.

Espíritos imundos, que por séculos estiveram atuando absolutamente sem resistência, começam a encontrar um novo poder que a Igreja está utilizando. Muitos deles já foram ordenados ao estado de paralisia, numa magnífica antecipação de seu escatológico fim.

Ao mesmo tempo, anjos que por séculos estiveram no anonimato, por rejeição da Igreja desde que se institucionalizou, começam a encontrar lugar para uma atuação mais livre e amiga, mais íntima e dinâmica, porque são vistos e tratados, amados e recebidos como irmãos, conservos e companheiros. Tal como no tempo de Paulo, Pedro e João.

Devemos estar preparados. Os portentosos milagres estão de volta. O povo voltará a fazer fila para entrar nos templos superlotados, com uma quase insaciável fome de Deus. Esperemos mais um tempo para que as manchetes sejam alteradas. A primazia não será dos rapazes que matam nas escolas, das mães que trucidam seus filhos, dos recém-nascidos jogados numa lata de lixo da Disney, nem de grupos gays festejando seus novos privilégios.

O mundo saberá dos muitos paralíticos que caminharão, dos usuários de CTIs e UTIs que de lá irão diretamente para os santuários agradecer a Deus o livramento, bem como dos mortos que não serão sepultados, por causa de sua própria ressurreição.

Como no tempo de Isaías, a tocha vai arder e queimar outra vez. A oração de Habacuque tinha um tempo para ser respondida. Esse tempo chegou.

A mesma Bíblia que prevê tempos trabalhosos para os nossos dias, anuncia que jovens profetizarão.

A Obra Missionária se alastrará no Mundo como um rolo compressor de Deus contra os faraós e  belsazares da vida.

A última palavra jamais pertenceu a Lúcifer. Ela é um patrimônio inalienável de El-Shadai. Deus está começando a remover as cinzas. Estamos caminhando ao monte, como Moisés, onde a sarça arde e não se consome.

Deus estará, ainda em nossos dias, trazendo de volta a perfeita santidade para o centro de Seu Tabernáculo. Os púlpitos deixarão de ser plataforma de políticos para serem a tribuna de profetas. Nossa identidade, prejudicada pela tradição e pelo legalismo está sendo restaurada pelo poder com unção, pela virtude com fé, pela graça com maravilhas.

O desprezo pela Palavra estará sendo substituído gradualmente por um apego irresistível a tudo quanto ela diz. Métodos, estratégias, planejamentos, teorias, técnicas e programas imperceptivelmente cederão o seu lugar ao clamor, à adoração, à intercessão, aos jejuns, à oração e à consagração.

Isaías viveu no seu tempo. Habacuque no seu. Nós viveremos os tempos dos dois: Pediremos um Avivamento que nos alcançará. Desejaremos um vento forte que nos sacudirá.

E.A.G.
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Geziel Nunes Gomes é pastor missionário, autor de diversas obras literárias, conferencista, professor de Teologia nas cadeiras de Evangelismo, Homilética, Hermenêutica e Escatologia. Este artigo é um resumo de preleção feita em Boston/ USA. Conteúdo publicado por Silvia Helena em seu profile no site Scribd, em 09/08/2008, com o título "Clamando por um avivamento". Texto revisado pelo Editor deste de Belverede.

A UNIDADE DA IGREJA DE JESUS CRISTO


Por Pr. Jabes Alencar

Alimento um sonho em toda a minha história ministerial: ver a expressão clara da unidade do Corpo de Cristo no Brasil. Persegui este sonho, assisti a algum avanço. Graças ao Pai, muitas denominações já se despiram da individualidade e buscam hoje comunhão com as outras. Até nas músicas cantadas em nossas igrejas está havendo uma quebra de barreiras; e isso é muito bom.

No entanto, persiste no cenário evangélico um quadro que me preocupa: alguns pastores e líderes ainda estão descomprometidos com aquilo que o Espírito Santo já promoveu. Lamentavelmente, alguns líderes ainda evitam “misturar-se”, temendo perder a hegemonia de liderança.

É aqui que me deparo com o desafio. Estou convencido que o pleno ideal da unidade ainda tem uma realidade a atingir. O plano existe, é maravilhoso e pontua o desejo do Senhor Jesus, revelado em sua operação sacerdotal, em João 17. Mas, na prática, falta muito de nossa parte. Que temos feito? Como temos agido?

Cristo é o dono da igreja (1 CO 3.11). Ele não fundou mais de uma igreja. Assim, quando olha do céu a terra, Ele vê um povo, uma família só. Tudo que foge a este plano é afronta a Cristo.

Lamentavelmente, a unidade é ameaçada pelos interesses pessoais daqueles que se isolam, especialmente por aqueles que se afirmam proprietários de igrejas. Estes não atentam para o fato de que Deus não deu igrejas a pastores, e sim o contrário.
Meu sonho é ver essas diferenças caírem por terra. Não alimento qualquer fantasia de ver uma única denominação, mesmo porque creio que Deus potencializa a diversidade denominacional a favor do Reino. No entanto, insisto para que o coração dos líderes se desprenda de sua individualidade, de seus empreendimentos, e volte-se plenamente para o Senhor e Sua obra. Sonho em ver multidões reunidas não para ostentar uma denominação ou um ministério, mas para proclamar as virtudes do Senhor. Seria isto uma utopia? Talvez a utopia de um sonhador!

Se não puder contemplá-la nesta vida, certamente verei a unidade plena e perfeita no céu, onde não haverá mais tribos, raças, templos, denominações línguas e governos. Todos entregarão sua coroa ao Cordeiro (AP 21.24).

O evangelho conta com aqueles que Deus levantou para patrocinar cruzadas, programas de TV, evangelismo pessoal e de massa, eventos que fazem acontecer nossa missão sem manipulação e sem interesses pessoais. O que importa mesmo é a expansão do Reino.
Reafirmo o que sempre digo: o que nos une é muito maior do que o que nos separa. Em Cristo, somos um. Nele devemos seguir.

A Ele a glória!

“Estou convencido que o pleno ideal da unidade ainda tem uma realidade a atingir. O plano existe, é maravilhoso e pontua o desejo do Senhor Jesus, revelado em sua operação sacerdotal, em João 17. Mas, na prática, falta muito de nossa parte.”

Jabes de Alencar é pastor-presidente da Assembleia de Deus Bom Retiro. Artigo postado, originalmente, no site AD Bom Retiro com o título "Utopia de um sonhador".

E.A.G.

O DIA EM QUE ORLANDO BOYER ENCONTROU-SE COM LAMPIÃO E LAMPIÃO GANHOU UMA BÍBLIA

Por Samuel Câmara

Os missionários Virgil Smith e Orlando Boyer eram companheiros e trabalhavam viajando a cavalo, evangelizando e vendendo Bíblias de casa em casa no sertão de Pernambuco e Alagoas. Naquele sertão conturbado pelo cangaço, em 1930, Virgil e sua esposa Ramona foram feitos reféns de Lampião e seu bando. Orlando Boyer foi comunicado que, para obter a libertação do amigo, teria de pagar uma elevada quantia.

Em razão das dificuldades econômicas da época, Orlando Boyer conseguiu reunir apenas uma fração mínima da quantia exigida. Mesmo assim, ele foi ao encontro de Lampião, embora soubesse que corria perigo de morte.

Cara a cara com o temido rei do cangaço, explicou a situação, para profunda decepção deste e de seu bando. Orlando Boyer se ajoelhou humildemente e sugeriu uma proposta ousada. Ele implorou para ficar no lugar do amigo, para morrer em seu lugar, uma vez que Virgil e Ramona tinham filhos pequenos demandando cuidados.

Diante do consentimento de Lampião, Virgil Smith perguntou se poderia oferecer-lhe um presente. E estendendo-lhe uma Bíblia de letras grandes, recebida imediatamente por Lampião, explicou-lhe:

“Este livro conta a história de Jesus, que por amor ofereceu a sua própria vida para que fôssemos salvos. Ele era Deus e se fez homem, morrendo em nosso lugar para que pudéssemos ter vida. O que o meu amigo está fazendo por mim agora, Jesus já o fez por todas as pessoas, inclusive pelo senhor Virgulino. Ele morreu para que sejamos perdoados e salvos do pecado e da morte”.
Lampião ficou visivelmente emocionado com aquele exemplo de abnegação e amor, voltou-se para o lado e passou a manga da camisa nos olhos, para enxugar disfarçadamente as lágrimas. Virou-se e disse bruscamente: “Podem ir embora, depressa, vão embora!” E, retirando-se com seu bando, levou consigo a Bíblia.

Dias depois, perseguido pela polícia, Lampião deixou a Bíblia num tronco oco de uma árvore, para poder fugiu mais depressa. Quando voltou ao lugar, não encontrando a Bíblia, dirigiu-se ao fazendeiro dono daquelas terras e exigiu que este a devolvesse. Embora o fazendeiro tivesse dito que nada sabia daquilo, Lampião marcou o prazo de uma semana para tê-la de volta. O fazendeiro teve de dirigir-se à cidade e comprar uma Bíblia nova para Lampião.

Não sabemos se Lampião leu a Bíblia. Pelo menos, até a sua morte, ele teve oito anos para fazê-lo. Assim, se ele a tivesse lido, saberia que a Bíblia é a maravilhosa “biblioteca” inspirada por Deus, e descobriria o que Jesus afirmou: “A tua palavra é a verdade” (Jo 17.17).

Lampião saberia que a Bíblia tinha as respostas às suas necessidades. Saberia que, para o fatigado viajante, ela é um mapa eficaz e uma bússola confiável; aos que vivem na região das trevas, é uma luz gloriosa a iluminar o caminho; aos que estão sobrecarregados e oprimidos pelos fardos da vida, é um suave descanso.

Como Lampião tinha a alma ferida, ele saberia que, aos feridos pelos delitos e pecados, a Bíblia é um bálsamo consolador que cura as feridas interiores. Para os famintos, é o pão que alimenta a alma; aos sedentos, é a água que sacia a sede espiritual; aos que estão em conflito, é a espada para a luta contra o mal; aos amargurados, é o mel que os faz enfrentar o mundo sem perder a doçura.

Lampião era um homem aflito e desesperado. Se tivesse lido a Bíblia, saberia que ela lhe oferecia uma mensagem de esperança e conforto; pois aos desamparados e arrastados pelas tormentas da vida, ela é uma âncora segura e firme; para os que sofrem na solidão de um espírito conturbado, é a mão repousante que acalma e tranquiliza.

Lampião, tido como “homem de palavra”, sabia que a importância de qualquer palavra dependia de quem falava. Se tivesse lido a Bíblia, poderia confiar nela, pois o Deus que inspirou “a Palavra” nunca mente e jamais muda, e todas as suas promessas têm o sim em Jesus Cristo (2 Co 1.20). Ele saberia que a Palavra de Deus é “lâmpada para os seus pés e luz para o seu caminho”, e poderia viver em paz (Sl 119.105).

Neste segundo domingo de Dezembro, quando comemora-se o Dia da Bíblia em mais de cem países do mundo, os cristãos celebrarão a inquestionável importância da Bíblia e do amor de Deus para suas vidas.

A Bíblia é uma “carta de amor”, do imenso amor de Deus que inclui a todos: tanto o cangaceiro Lampião como eu e você. Pense nisso! Leia a Bíblia!


Samuel Câmara é Pastor da Assembléia de Deus Belém / PA - Igreja Mãe. Artigo postado, originalmente no Blog do Partor Samuel Câmara com o título "Quando Lampião ganhou uma Bíblia".

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Quando a Assembleia era de Deus - reflexão sobre a situação da denominação no ano de seu centenário

Por Nelson Gervoni

Sou de família assembleiana, quando nasci meus pais eram da Madureira, tenho dois primos e um tio pastores no Ministério do Belém, um segundo tio é pastor de Madureira, meu sogro é presbítero e dirigiu diversas congregações da Assembléia, minha esposa nasceu e foi criada nesta igreja e atualmente me vejo pastor ligado à CGADB (Convenção Geral das Assembléias de Deus) através do Belém.

Meu espírito livre me levou a sair da Assembléia de Deus ainda jovem, fiz minha formação teológica num Instituto Batista e por último pastoreei uma igreja anabatista de origem alemã. Por algumas razões há três anos retornei à Casa onde nasci.

Não demorou muito e percebi que a igreja à qual retornara não era mais aquela de onde saíra. Senti-me como alguém que deixa a pátria onde nasceu e ao retornar se sente como um estrangeiro da terra natal.

As diferenças eram tantas que me lembrei de uma frase inúmeras vezes repetida por meu avô materno (nascido em 1901 e convertido ainda jovem na Assembléia de Deus da Missão). Quando via algum absurdo da parte da liderança da igreja, o velho dizia: “Quando a Assembléia era de Deus, isso não acontecia”. E acrescentava, dizendo: “os homens se juntaram e tomaram de Deus a Assembléia de Deus, que agora é dos homens...”

Por ser criança não compreendia ao certo o que o levava meu avô a afirmar isso. Entretanto, esses três anos de Assembléia de Deus me levaram a uma compreensão empática do velho. Ou seja, não somente compreendo, mas sinto o que ele sentia. Havia na expressão do meu avô uma vanguarda profética.

Hoje, não chego a afirmar que a Assembléia não é de Deus, pois ainda há nela um povo caminhante que, não obstante sua liderança, serve a Deus com sinceridade e aguarda a volta do seu Redentor. Mas talvez esta seja uma das poucas características que ainda lhe assegure o nome que tem. A Assembléia não é dos homens. É de Deus. Mas não há dúvida de que os homens – suas lideranças – estão tratando-a como os sacerdotes dos tempos proféticos tratavam a Casa de Deus. Se não, vejamos.

Centralização do poder econômico


A Assembléia de Deus perdeu sua característica de comunidade simples e é uma das igrejas mais ricas do Brasil. Isso a torna semelhante ao Clero Romano que tanto criticamos por sua centralização de poder. Se parece com o sacerdócio do Antigo Testamento tão criticado pelos profetas de então.

Em nível nacional sua riqueza se concentra principalmente na CGADB – que tem como uma das principais fontes financeiras a CPAD (Casa Publicadora das Assembléias de Deus), cuja arrecadação se assemelha a de grandes editoras, como por exemplo, a Abril – e no Ministério do Belém, hegemônico entre os demais ministérios ligados à Convenção.

Estrategicamente esse império, formado principalmente pela CGADB e Belém, se concentra nas mãos de pouquíssimas pessoas, lideradas pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, na presidência simultânea das duas entidades há mais de duas décadas.

Em níveis regionais o poder econômico é distribuído favorecendo os mesmos presidentes de Campo que em nível nacional apóiam e se locupletam com José Wellington. A gestão dos Campos reproduz a administração regional, com centralização de poder e de dinheiro.

É canalizada para a Sede do Campo toda a renda das congregações que em virtude disso perdem a autonomia para realizações descentralizadas. Para citar só um exemplo, a Congregação onde ajudei ultimamente necessita de manutenção das suas dependências, de infra-estrutura para a Escola Dominical das crianças e de instrumentos musicais. Tem uma arrecadação mensal estimada entre R$ 5 mil e R$ 8 mil (digo estimada, pois não se tem acesso à informação da sua arrecadação), mas como deve encaminhar integralmente seus ingressos à Sede, não pode atender suas necessidades locais. Com isso, os departamentos fazem malabarismo para arrecadarem algum dinheiro. Por exemplo, o Círculo de Oração (departamento feminino) faz pizzas e nhoque e vende para os membros, que já contribuem com seus dízimos e ofertas.

Hereditariedade do poder

Pastor José Wellington Bezerra da Costa e o filho (sucessor).
Outro fenômeno que vem se reproduzindo nas últimas décadas, em especial nas AD do Estado de São Paulo, é a hereditariedade de poder nas esferas regionais. É comum pastores presidentes de Campo prepararem seus filhos para os sucederem ministerialmente. Por exemplo, no Campo de Presidente Prudente/SP o pastor presidente atual é João Carlos Padilha, filho do ex-pastor presidente Carlos Padilha. No Campo de Indaiatuba/SP o pastor presidente é Raimundo Soares de Lima que tem como vice-presidente e sucessor estatutário o próprio filho, pastor Rubeneuton de Lima, mais conhecido como Newton Lima. No Campo de Araçatuba o presidente é o pastor Emanuel Barbosa Martins e o vice-presidente é seu filho, Emanuel Barbosa Martins Filho. No Campo de Limeira o ex-presidente, pastor Joel Amâncio de Souza, fez como seu sucessor o próprio filho, pastor Levy Ferreira de Souza. Medida que foi pivô de considerável divisão na igreja.

Há uma grande possibilidade da hereditariedade de poder se aplicar em nível nacional, pois é de conhecimento dos pastores da CGADB que o pastor José Wellington prepara sua sucessão para um dos filhos, José Wellington Costa Junior, vice-presidente da AD em São Paulo, Ministério do Belém e presidente do Conselho Administrativo da CPAD.

Cabe uma pergunta em relação a isso: É Deus ou o homem quem escolhe o sucessor da presidência da igreja? Penso que a possibilidade de Deus escolher tantos filhos de presidentes como seus sucessores está descartada.

As igrejas do Novo Testamento não eram assim. As congregações escolhiam seus oficiais (Atos 6.1-6, 14.23) e não tinham um pastor presidente que dominava sobre elas.

Sem transparência financeira

Outra coisa que me intrigou ao retornar para a Assembléia de Deus foi descobrir que não é dado saber – senão a duas ou três pessoas da diretoria da Sede – nada sobre a movimentação financeira do Campo. Estima-se que num Campo como o de Campinas, por exemplo, a receita gire em torno R$ 1,5 milhão por mês. Não se sabe ao certo quanto entra e como é gasto o dinheiro; quanto ganha por mês o pastor presidente, pastores regionais e distritais. Recentemente ouvi de uma liderança leiga que o custo de manutenção do pastor presidente, no caso do Campo de Campinas, beira os R$ 60 mil mensais.

Sabe-se, no entanto que as congregações das periferias são pastoreadas por homens simples, que mal recebem ajuda de custo. Assim, muitos têm seus empregos para se sustentarem e os que não conseguem se empregar chegam a passar por privações e apuros financeiros.

A explicação para a ocultação orçamentária é a segurança. Afirmam que não divulgam suas contas para evitarem assaltos. Isso não é verdadeiro, pois qualquer assaltante bem informado sabe que igrejas movimentam rios de dinheiro. E uma coisa é divulgar aos quatro cantos o quanto a igreja arrecada, expondo-a a riscos de roubos, outra coisa é manter seus membros informados do total coletivo das suas contribuições. Afinal, igreja não é empresa privada, que somente o dono tem acesso às suas informações financeiras.

Do ponto de vista legal as igrejas são associações civis regidas pelo Código Civil e como tais, segundo a legislação, devem prestar contas de sua movimentação financeira aos associados, que no caso da igreja são os seus membros. Por exemplo, o Artigo 59, Inciso III do Código Civil diz que “Compete privativamente à assembléia geral (...) aprovar as contas” da instituição. Como poderão aprovar (ou reprovar) as contas sobre a qual pouco ou nada se sabe? Ou como aprovarão se sequer participam das assembléias, em cuja pauta não se coloca em votação a aprovação financeira?

Do ponto de vista bíblico não há nada que se pareça com isso. Não há no Novo Testamento uma associação de igrejas com um presidente arrecadando os ingressos das congregações para administrá-los centralizadamente, se beneficiando de altos salários.

Entretanto, a falta de transparência financeira não é um “privilégio” exclusivo das igrejas e dos Campos. Recentemente o pastor Antonio Silva Santana, eleito em 2009 primeiro tesoureiro da GADB, renunciou alegando falta de acesso às principais informações de caráter fiscal e financeiro da instituição.

Quando não se lança luz sobre uma questão tão importante como esta, obscurece-se a verdade, dando margens a dúvidas. Por exemplo, pode-se perguntar se o dízimo dos contribuintes não foi usado nas últimas eleições para financiar campanhas políticas de pastores candidatos a cargos eletivos.

Esse questionamento nos leva ao próximo assunto.

Vínculo com a política partidária

21 setembro de 2010: 64ª Escola Bíblica de Obreiros - Assembleia de Deus Belenzinho / SP.

Não é preciso fazer nenhum esforço mental para perceber que estas características (centralização do poder econômico, hereditariedade do poder e falta de transparência financeira) são próprias das instituições contaminadas pelo abuso de poder, pela ganância, pelo nepotismo, etc. Trata-se de um quadro muito comum nas esferas da política partidária. Assim sendo, como “um abismo chama outro abismo” (Salmo 42.7), era de se esperar que a Assembléia de Deus refizesse (pelo menos tenta refazer), através de sua atuação político-partidária, o casamento entre a Igreja e o Estado, união responsável pelo apodrecimento da fé e cujo divórcio custou o sangue de mártires na História do Cristianismo.

Há atualmente em algumas igrejas a idéia de que “o povo de Deus precisa de representantes na política”. Particularmente tenho uma opinião desenvolvida sobre isso, exposta em recente artigo que escrevi, “Por que não voto em ‘irmão de igreja’”, publicado em meu blog pessoal. Mas, opinião individual a parte, o que mais assusta é o pragmatismo com o qual essa questão vem sendo tratada nas Assembléias de Deus ligadas à CGADB.

A 33ª assembléia geral ordinária da CGADB, realizada em Belo Horizonte em 1997 – e portanto presidida pelo pastor José Wellington – aprovou uma resolução que recomenda aos pastores titulares não se candidatarem a cargos eletivos. Para se candidatar deve o ministro se desvincular de seu cargo pastoral. A resolução é sábia, pois visa, entre outras coisas, poupar a igreja de envolvimento com escândalos políticos que nela respingam, como ocorridos em episódios conhecidos.

Entretanto, não obstante a resolução, recentemente o pastor José Wellington esteve em Campinas e, numa reunião com pastores num hotel, pediu a estes o apoio à candidatura a deputado federal de seu filho Paulo Roberto Freire da Costa – presidente do Campo de Campinas – sem sequer tocar no assunto da desvinculação proposta na resolução que ambos ajudaram a aprovar. Paulo Freire foi eleito e continua presidente da Assembléia Campinas, como se a resolução não existisse.

Ironicamente, a igreja de Campinas foi envolvida num escândalo político quando pastoreada por Marinésio Soares da Silva, antecessor de Paulo Freire. O escândalo foi protagonizado por uma filha Marinésio, na ocasião deputada federal, tendo causado muitos sofrimentos à igreja.

O equivoco de se misturar poder político e igreja foi esclarecido por Cristo numa conversa com seus discípulos, narrada em Marcos 10. Tiago e João reivindicaram o direito de assentar-se com Jesus, um à direita e outro à esquerda do seu trono. Eles não haviam compreendido que o reino de Cristo não se daria na dimensão da política terrena. Para esclarecê-los Jesus lhes disse: “Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos” (Marcos 10.42-44, com grifo do autor).

A fala de Cristo (grifada acima) sempre será atual. Alerta contra a centralização do poder econômico, a hereditariedade do poder, a falta de transparência financeira e outras mazelas. As instituições mundanas agem dessa forma, “Mas entre vós não é assim”.

O fenômeno da naturalização

Chama a atenção em todo esse processo o fenômeno da naturalização. Ou seja, todas essas características são vistas e vividas como muito naturais, pela liderança e pela chamada “membresia”. A centralização e a hereditariedade do poder, a falta de comunicação e clareza sobre as contas e o relacionamento – fisiológico, inclusive – com a política, são encarados como algo muito normal e, portanto, sem a necessidade de qualquer questionamento.

Todas essas peculiaridades geralmente são justificadas pela “unção” recebida pelo “homem de Deus”, inclusive com uma equivocada interpretação do texto bíblico que diz “Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal” (1 Crônicas 16.22 e Salmo 105.15). Assim, um “ungido” centraliza o poder e designa-o a quem bem entende – geralmente aos filhos – e os demais ungidos e profetas aceitam sem nada dizer. Da mesma forma, se ele é um “ungido de Deus”, tem autonomia, à custa da heteronomia dos demais, para administrar as finanças da igreja sem delas ter que prestar contas. Por outro lado, os membros se isentam da responsabilidade de fiscalizar, pois acreditam que seu papel é apenas trazer os dízimos (Malaquias 3.10) sem se preocupar com o que será feito dele.

As semelhanças desse modelo com a política fisiológica, voltada para projetos pessoais, são muitas. Isso explica o casamento da igreja com a política partidária.

Será que não estamos diante da síndrome de Eli?

__________

Nelson Gervoni é pastor da Assembléia de Deus filiado à CGADB, é Coordenador de Projetos Educacionais do Instituto Souza Campos – Pólo Educacional da Universidade Luterana do Brasil em Campinas, SP e integrante do GEPEM da Faculdade de Educação da Unicamp. Artigo escrito e publicado  no blog Púlpito Cristão com o título "Quando a Assembléia era de Deus... (Reflexão sobre uma das pioneiras do pentecostalismo clássico".

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ALINE BARROS: SAMUEL (LETRA E VÍDEO)



Samuel, Samuel

Era uma vez um menino, que, ainda pequenino
Foi escolhido pra morar na casa de Deus;
Mas ele não sabia que um profeta seria
Todo Israel a ele lhe obedeceria
Quando foi dormir, uma voz então ouviu:

Samuel, Samuel, Deus te chama lá do céu
Samuel, Samuel, sê profeta de Israel
Samuel, Samuel

YOUTUBE - PASTOR SILAS MALAFAIA É ENTREVISTADO PELA REDE GLOBO PARA MATÉRIA DO FANTÁSTICO



Conhece a sensação de déjà vu, como se tivesse visto uma cena antes dela acontecer? Para mim, essa reportagem do Fantástico é o enredo daquela história de Herodias mandando a filha Salomé dançar para Herodes e em seguida pedir a cabeça de João Batista.

O conteúdo do parágrafo acima é a declaração feita por um pastor, sobre o vídeo acima.

No caso em questão, o batizador é o pastor entrevistado...

Mas, na minha opinião, a motivação da Rede Globo para este "afago" aos evangélicos é uma questão mercadológica e de concorrência.

Vejam bem, a questão do mercado: Empreendeu-se a questão da logística. O trecho do vídeo em que aparece o Pr. Silas Malafaia falando não foi transmitido em rede nacional pela Rede Globo. Não apareceu na matéria exibida pelo programa Fantástico, em 19 de dezembro de 2010 (aqui). A emissora quis mostrar o pastor apenas aos telespectadores cariocas.

E a concorrência? Li notas no portal R7 afirmando que a Rede Record está conseguindo consolidar o primeiro lugar nos índices de IBOPE no Rio de Janeiro. Então, para a Globo, usar a imagem de Malafaia significa uma espécie de atrativo aos evangélicos cariocas que debandaram da grade de programação global naquele estado.

A Rede Globo percebe que gera grande prejuízo esnobar os protestantes. E assim, ao poucos abandona àquela velha mania de esteriotipar ridicularizando a fé dos cristãos evangélicos.

E.A.G.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

SALMO 15 - ALMEIDA SÉCULO 21

SENHOR, quem habitará no teu tabernáculo? Quem poderá morar no teu santo monte
Aquele que vive com integridade, pratica a justiça e fala a verdade de coração;
que não difama com a língua, nem faz mal ao próximo, nem calunia seu amigo.
Aquele cujos olhos rejeitam o desprezível, mas que também honra os que temem o SENHOR. O que não volta atrás, mesmo quando jura com prejuízo.
que não empresta seu dinheiro exigindo juros, nem recebe suborno contra o inocente. Aquele que agir assim nunca será abalado.

Edições Vida Nova.

O DINHEIRO COMPRA FELICIDADE?

"Cantem de júbilo e se alegrem os que têm prazer na minha retidão; e digam sempre: Glorificado seja o SENHOR, que se compraz na prosperidade do seu servo" - Salmos 35.27.

Há alguns anos atrás, existia um programa na televisão brasileira chamado Balança mas não cai, dentro dele havia um quadro interessante, feito por Paulo Gracindo e Brandão Filho, era uma sátira sobre as classes socioecômicas, recheado de críticas inteligentes, chamava-se Primo Rico e Primo Pobre.


Uma das definições do termo felicidade é a visão de sucesso que as pessoas observam uma nas outras. E alegria é o sentimento de satisfação que cada um tem dentro de si.

Dentro dessas definições, eu digo sim, é possível comprar a felicidade. Mas apenas a felicidade terrena.

Exemplos:

1º - O rico recebe muitas oportunidades de investimentos financeiros e o valor encontrado em sua conta bancária cresce; o pobre não vê a cor do dinheiro e o pouco que tem é levado por juros de prestações a perder de vista.

2º - O rico vai ao banco e é atendido pelo gerente com cafezinho; o pobre muitas vezes é barrado pela porta automática da agência bancária, e muitos têm sua presença proibida dentro do estabelecimento.

3º - O rico fica doente e vai aos hospitais particulares, onde encontra atendimento e os melhores recursos tecnológicos da aparelhagem hospitalar; o pobre vai para as filas dos hospitais públicos e às vezes consegue ser atendido, tirar uma chapa de raio X, e capacidade para comprar o remédio necessário que o doutor prescreveu.

4º - O rico adquire sua residência própria e casa de veraneio para morar nas férias; o pobre paga aluguel, e quando não consegue pagar a mensalidade recebe ordem judicial para sair dela.

5º - O rico faz força praticando esportes; alguns pobres fazem força trabalhando entre 8 à 10 horas por dia, de segunda à sábado.

6º - O rico escolhe pessoas para trabalhar para ele; o pobre se sujeita à posição de escolhido ao posto de trabalho.

E.A.G.

O processo correto da apologia bíblica

Qual é a base do seu julgamento e qual é a sua motivação?

Respostas erradas:


1 - Eu faço cometários em contrário levando em conta minha opinião e predileções;

2 - Eu critico porque não gosto do alvo da minha crítica;

3 - Eu faço julgamentos porque vejo a tal pessoa como minha concorrente.

Respostas corretas:

1 - Faço criticas sem levar em consideração a minha opinião sobre o assunto ou pessoa criticada;

2 - Tomo por base as Escrituras Sagradas, usando textos com contexztos;

3 - Eu sou totalmente imparcial ao falar.


E.A.G.

Humor judaico - o neto chamado Cursinho

O Samuel caminhava pela praça, e encontrou um amigo antigo sentado num banco e dando uma bronca num garotinho:

- Fique quieto, Cursinho!

Aproximando-se, depois daquela fase de pôr a conversa em dia, perguntou:

- O menino se chama Cursinho?

- Não, é Curso.

- Mas isso não é nome!

- Pois é exatamente esse o nome que a minha filha deu para ele: Curso Superior da Silva.

- Por quê?

- Porque eu falei para ela, quando estava de malas prontas aos Estados Unidos, só voltar ao Brasil diplomada. Olha aí o Curso Superior que ela fez lá fora, um neto!

_____

Ouvi no programa de televisão Le Haim, produção de judeus erradicados no Brasil.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Rede Globo - Pastor Silas MalafaiaASTOR é pauta de reportagem do Fantástico

Acho que durou só um minuto. Não foi uma matéria de destaque dentro do Fantástico, mas com direito ao close-up no rosto de Malafaia e a imagem dele vestindo branco, submergindo e levantando uma pessoa das águas.

Neste domingo, 19 de dezembro, uma equipe de jornalismo da Rede Globo se deslocou ao Piscinão de Ramos - praia artificial, pública, de água salgada, localizada na zona norte do Rio de Janeiro -, e cobriu o batismo efetuado pela Assembleia de Deus, ministério Vitória em Cristo, cujo líder é o Pr. Silas Malafaia. As lentes das câmeras mostraram aos telespectadores que naquele lugar havia uma grande multidão.

A matéria não teve entrevista, o repórter apenas fez uma breve descrição de como os evangélicos vivem a cerimônia, passando números de quantos cristãos eram batizados e de quantos pastores efetuavam os batismos. Explicou também que os protestantes realizam o batismo apenas por meio do mergulho em água de quem tenha mais de 12 anos de idade, negam-se a batizar bebês.

Depois que a reportagem foi ao ar em canal aberto, recebeu reprise no canal Globo News, onde o Fantástico é repetido por volta de 1 hora. Após o término da reprise do Fantástico, por volta das 3 da madrugada, a matéria voltou a ser veiculada no programa seguinte.

E.A.G.
__________

Veja postagem relacionada: YouTube - Pastor Silas Malafaia é entrevistado para matéria no Fantástico.

domingo, 19 de dezembro de 2010

FERNANDO IGLESIAS - O AUTOR DA MINHA FÉ

Faça-se como criança para entrar no céu (Mateus 18.2). Peça publicitária para vender pão capta inusitada ternura infantil.


Oh Pai, eu queria tanto ver
O meu Senhor descer vindo me encontrar
Eu posso até imaginar
A refulgente glória do Senhor Jesus
Transpondo as brancas nuvens no mais puro azul
Onde nem sul nem norte existirá.
E em meio às lágrimas, sorrisos de alegria, e de prazer.
Eu que era cego agora posso ver
Contemplar, contemplar enfim,
Por isso eu canto glória
Glória, glória ao autor da minha fé! (2X)

Oh Pai, eu queria tanto ouvir
O som que vai abrir o encontro triunfal
Rever amigos que um dia
Em Cristo foram feitos meus irmãos
E agora, sim podemos dar as mãos.
Pois temos todos um, somente um, um só Senhor.
E eis o consolo
Que envolve minha vida
O meu Senhor Jesus
Que foi morto sim naquela cruz
Voltará, voltará enfim! Por isso eu canto glória.
Glória, glória ao autor da minha fé! (2X)

Coro: (3X)
Glória ao Senhor, glória ao Senhor, glória ao Senhor
O autor da minha fé.

O ESPÍRITO SANTO NO ENSINO - REFLEXÕES AOS PROFESSORES DE ESCOLA DOMINICAL


"Desperte o dom de Deus, que há em ti", instou Paulo a Timóteo (2ª Timóteo 1.6). Depois o apóstolo lembrou ao seu filho na fé que ele fora chamado "com uma santa vocação" (versículo 9).
A presença do Espírito Santo em nosso coração permite-nos entender as verdades da Palavra de Deus e libera a operação do dom que nos foi concedido. Quanto mais buscamos a presença do Espírito Santo em nossa vida, mais forte é o nosso desejo de ensinar. Quanto mais buscamos sua direção, mais eficientes somos em proclamar as verdades do Evangelho. O Espírito Santo atua para nos motivar poderosamente em nosso serviço e conceder-nos um conhecimento da verdade que está muito mais além de nossos talentos naturais para compreendermos (João 16.13; Atos 1.8).

O estudo bíblico (esquadrinhar as Escrituras) é um dos requisitos para se exercer eficientemente o dom do ensino. Você já deve ter ganho algum presente, como, por exemplo, um eletrodoméstico, que vem com as instruções que ensinam como deve ser usado. Você o usou sem antes ler as devidas orientações?

Em Romonos 12.6-8, Paulo inclui o dom de ensino entre os da graça que são dados à igreja "para a edificação do corpo de Cristo, até que todos cheguemos... a medida da estatura de Cristo" (Efésios 4.12,13).

Que responsabilidade recai sobre o professor chamado pelo Espírito Santo! Se você descuidou-se do ministério do ensino, para o qual Cristo o chamou, é tempo de "despertar" este dom maravilhoso.

O doutor Stanley M. Norton, em seu livro El Espiritu Santo Revelado en la Biblia (O Espírito Santo Revelado na Bíblia), escreve: "O professor precisa entregar-se ao dom do ensino. Isso implica preparação, estudo e oração. Mas ele também precisa do dom do Espírito, se realmente deseja apresentar conhecimento".

Você já se deu conta de que quanto mais tempo passa em oração e estudo da Bíblia, e em busca da direção do Espírito Santo, ao preparar a sua aula, tanto mais ansioso dica para ensinar? O ensino ungido comela com uma preparação ungida. O Espírito Santo quer ensinar primeiramente o professor, antes de começar a ensinar aos outros.

Autoria indefinida

Fonte: revista semestral O Mestre - Vida Radiante; volume 11; .ano 1999 (Editora Vida).

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Bola colorida na areia da praia. By Eliseu Antonio Gomes

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