A Índia é um país com dimensões seis vezes maior que o Brasil. Ali, milhões de almas padecem por causa da proliferação de diversas seitas estranhas, enquanto que o Brasil tem população com maioria cristã.
Certa vez, um missionário português contou-me um fato que marcou bastante. Ele presenciou o caso de um garoto picado por uma cobra venenosa, e ao invés dos pais o socorrerem, proferiam repreensões ao garoto enquanto ele agonizava até morrer. Aqueles pais entendiam que o animal era uma divindade e que o menino estava sendo castigado pela justiça divina.
É triste ver que a Convenção Geral das Asssembleias de Deus no Brasil, uma instituição criada para promover a união de pastores e em reuniões todos determinarem sobre missões, perdeu totalmente o seu foco.
A leitura do que José Wellington Bezerra da Costa fez em Belém do Pará é a seguinte: o Pastor Samuel Câmara é o maior rival eleitoral de Wellington, e Belém do Pará é a região em que ele, Wellington, está fraco eleitoralmente. Então, para reverter esta situação, num ato político e não pastoral, foi à Belém do Pará fundar o “seu” Templo-Sede. A finalidade do novo Templo Sede em Belém do Pará é manter um território eleitoral. Aquele lugar nada mais é do que um ponto para distribuição de material de campanha. Todos os desafetos de Samuel Câmara se reunirão ali para semear proselitismo idiota, fazer pesca no aquário de Samuel Câmara, um irmão convencional. Não há o interesse de evangelismo ali, pois já existem diversas congregações assembleianas por lá, muitas filiadas à CGADB, e também, outras de outras denominações evangélicas. Os obreiros ordenados por Wellington são meros cabos eleitorais dele e ao invés de falarem de Jesus aos não-crentes, irão semear discórdia entre irmãos até a próxima AGO.
É muito triste, mesmo, ver o sr. José Wellington Bezerra da Costa, ao invés de agradar a Deus e honrar seu posto promovendo missões assembleianas na Índia e outros países ainda não alcançados pelo ministério assembleiano, ir à Belém do Pará, lugar onde está o Templo-Sede, o lugar em que Gunnar Vingren e Daniel Berg realizaram os primeiros cultos da Assembleia de Deus no Brasil, e lá criar um outro Templo-Sede, desrespeitando o colega de ministério, o Pastor Samuel Câmara, e toda a historia da denominação que paga seu salário.
Wellington não fez isso movido pelo amor do Evangelho, quer calar a voz de quem foi à televisão e contou para todo o Brasil que ele é o pastor que emitiu 176 cheques sem fundo, e cometeu outras barbaridades que não convém aos cristãos cometer.
Este ato de Wellington demonstra claramente o que há dentro do coração dele. Não está preocupado com as almas perdidas, está preocupado em continuar no posto de presidente da CGADB.
Seria muito mais bonito para José Wellington se ele abrisse o seu Templo-Sede lá na Índia, onde o garotinho morreu envenenado por uma cobra. Seria muito mais cristão, se todos os obreiros que foram ordenados no Templo-Sede de José Wellington, cuja missão é servirem como cabos eleitorais , embarcassem em um avião e servissem a Jesus Cristo evangelizando os indianos.
José Wellington se esqueceu que pastores são chamados por Deus para servir a todos, e não para serem servidos por todos.
E.A.G.
4 comentários:
Esse senhor deveria estar evangelizando. Ganha tanto dinheiro pra fazer m.
É revoltante. Estou com vergonha, por ele.
Um abraço,
Maya
O PASTOR SAMUEL CAMARA DEVERIA FAZER ESSA RETRATAÇÃO RECONHECENDO SUA POSTURA ERRONEA PUBLICAMENTE, DE PREFERENCIA NO SEU PROPRIO SITE E CANAL DE TELEVISÃO BOAS MOVAS , UMA VEZ QUE AS SUAS GRAVES ACUSAÇÕES FORAM AS MAIS PUBLICAS POSSIVEIS INCLUSIVE EM CANAL DE TELEVISÃO ABERTO.
Vagner
Eu não entendo que o Pastor Samuel Câmara adotou postura errada. Creio que a retratação que ele fez foi apenas para atender a sanha desmedida de alguns pastores convencionais, que se comportam de maneira muito estranha ao que a Bíblia determina. Talvez, para se esquivar do furor dos cabos eleitorais de José Wellington, o Pr. Samuel Câmara resolveu usar palavras brandas.
Por uma questão da ética interna, que estranhahmente rege a classe de pastores assembleianos, alguns posicionamentos estão proibidos e outros liberados - deliberações acima das Escrituras Sagradas. É o caso do provérbio "roupa suja se lava em casa" (que não é bíblico!).
Repare: os casos de não depositar dinheiro do FGTS a trabalhores e usar cheques sem fundo na praça são pecados, vão contra as Escrituras Sagradas. Portanto, o Pr. Samuel Cãmara não errou ao fazer sua repreensão pública. Quem é o apóstata nisso? o Pr. Samuel ou José Wellington?
Estou estarrecido com tudo isso. Não pela atitude do Pr Samuel Câmara em fazer a denúncia publicamente, mas porque os pastores ligados à CGADB o criticam ao fazer isso, mas não criticam a atitude de José Wellington como passador de 176 cheques sem fundos.
Será que a regra interna entre os convencionais é camuflar os pecados dos pastores?
É um fato estranhísso a CGADB não se pronunciar a respeito dos erros de José Wellinton! Isso a coloca com a imagem de uma instituição não idônea...
Abraço
Mayalu
Eu também estou envergonhado, mas, um pouco mais, sinto decepção... Eu o admirava, não esperava conhecer tão desagradáveis atitudes vindas da parte dele.
Motivos:
• Algumas vezes, ele pregou na congregação onde eu aceitei a Jesus e pude ter um contato bem próximo;
• Familiares meus passaram pelas águas batismais através das mãoes dele, lá no Templo-Sede do bairro Belenzinho;
• Tive um contato muitos estreito com parentes da irmã Wanda Freire (esposa dele);
• Marta Freire, filha dele, é vereadora em São Paulo, eu votei nela por admirá-lo. Então, me sinto traído.
Abraço.
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